<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Flaviane Paiva &#187; comunicação</title>
	<atom:link href="http://flavianepaiva.com/tag/comunicacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://flavianepaiva.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 17 Aug 2011 00:40:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>A magia do Kinect</title>
		<link>http://flavianepaiva.com/2011/01/a-magia-do-kinect/</link>
		<comments>http://flavianepaiva.com/2011/01/a-magia-do-kinect/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 17:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autorais]]></category>
		<category><![CDATA[Eu indico!]]></category>
		<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[eu indico]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[kinect]]></category>
		<category><![CDATA[movimento]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://flavianepaiva.com/?p=344</guid>
		<description><![CDATA[Nunca fui viciada em vídeo-games. Sempre gostei, como qualquer outra pessoa da minha idade. Acompanhei avanços. Meu primeiro vídeo-game era um atari, isso na época em que o super nintendo já era um sucesso. O atari era herança de um tio (apenas alguns anos mais velho que eu) que havia ganhado o nintendo e cedido o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/kinect.jpg" rel="lightbox[344]"><img class="alignleft size-medium wp-image-347" title="kinect" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/kinect-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Nunca fui viciada em vídeo-games. Sempre gostei, como qualquer outra pessoa da minha idade. Acompanhei avanços. Meu primeiro vídeo-game era um atari, isso na época em que o super nintendo já era um sucesso. O atari era herança de um tio (apenas alguns anos mais velho que eu) que havia ganhado o nintendo e cedido o velho atari aos sobrinhos. Mas logo o atari perdeu espaço e todos estavam mesmo viciados no Super Mario Bross. Não conheço nenhuma pessoa da minha geração que nunca o tenha jogado. Era a diversão da família: todos os primos se reuniam nas férias para &#8220;zerar&#8221; o super mario. E aí chegou a super geração do Play Station. Nesse, meu favorito era o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IPqiR0VHz6g&amp;feature=related" target="_blank">Crash Bandicoot</a>, como a maioria das mulheres, gosto de jogos de plataforma e aventura. Hoje em dia, aqui em casa temos um PS3. E agora, com ele desbloqueado, nos divertimos jogando com personagens que mais parecem atores de filmes, controlados por nós.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1GN-OmsRcbY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/1GN-OmsRcbY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>No entanto, já há alguns meses, me senti atraída por um brinquedo como não acontecia desde o Super Mario: o <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/11/sistema-kinect-que-usa-corpo-como-joystick-chega-ao-brasil-por-r-600.html" target="_blank">kinect</a>. Mesmo lendo a respeito e imaginando como seria o tal jogo, só ontem consegui realmente entender a inovação que estamos vivendo. Claro que tudo começou com o Wii, mas acho que o kinect veio pra ficar e a tendência é só melhorar. O vídeo-game não lê apenas seus movimentos, mas também a intensidade deles. Ele consegue identificar a força com a qual você está jogando uma bola de boliche, por exemplo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nee86i_vInE?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/nee86i_vInE?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E fico imaginando&#8230; qual sempre foi a crítica de especialistas sobre vídeo-games e, até mesmo, computadores? O ócio e o isolamento causado por essas ferramentas. Pois bem, o kinect conseguiu combater os dois defeitos. Os jogos são tão estimulantes e divertidos que é possível se fazer horas de diversos exercícios físicos sem se cansar. E nada mais bacana do que reunir os amigos para assistir e jogar junto. Eu pensei muito sobre por que é tão bom &#8211; mesmo estando com o corpo dolorido hoje por ter jogado muito ontem, eu jogaria por horas hoje novamente. Acredito que é como quando éramos crianças. Não sei se era uma brincadeira comum a todos, mas na minha infância brincávamos muito de inventar histórias e sermos heróis ou bandidos. Imaginávamos cenários, nos escondíamos de ninguém e brincávamos por horas seguidas, cada um com seu &#8220;personagem&#8221;. Pra mim o kinect é a evolução dessa brincadeira: ele faz os cenários para você e te leva pra dentro dela.  Você não mais controla um avatar. Agora você é um avatar.</p>
<p><strong>Aplicações profissionais</strong></p>
<p>Deixando a parte da diversão e do encantamento de lado, acredito que em pouco tempo teremos utilidades diversificadas para esse &#8220;brinquedinho&#8221;. Imaginem se um stand de um produto qualquer &#8211; apartamento, carro, outros brinquedos, óculos &#8211; ao invés de lhe mostrar o produto e te dar um monte de papel contando as maravilhas que o aquele vendedor diz que o produto tem nós pudéssemos experimentar como é. Através de algo semelhante ao kinect, pudéssemos entrar em um apartamento que ainda não foi construído, andar dentro dele, visualizar cada detalhe.</p>
<p>Tá, foi só uma ideia. Mas acredito que, o campo da comunicação e da publicidade, que são muito criativos, com certeza iriam criar ações muito interessantes a partir desse vídeo-game. E com isso, vender um produto ou serviço poderia ser muito mais fácil, se ele realmente fosse bom, claro&#8230;</p>
<p>Até por que, já pensaram em usos muitos mais complexos do que esse que estou sugerindo: &#8220;<a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/kinect-e-hackeado-para-cirurgia-a-distancia-19012011-21.shl" target="_blank">Kinect é hackeado para cirurgias a distância</a>&#8220;</p>
<div class="shr-publisher-344"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://flavianepaiva.com/2011/01/a-magia-do-kinect/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qual o papel da Comunicação?</title>
		<link>http://flavianepaiva.com/2011/01/qual-o-papel-da-comunicacao/</link>
		<comments>http://flavianepaiva.com/2011/01/qual-o-papel-da-comunicacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 15:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autorais]]></category>
		<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[respeito profissional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://flavianepaiva.com/?p=340</guid>
		<description><![CDATA[Hoje está sendo um dia atípico. Humor ligeiramente abalado por vários motivos junto com pequenos episódios que me fizeram repensar algumas coisas, incluindo &#8220;Qual o papel da Comunicação em uma empresa?&#8221;. Bom, acho que há vários papéis e eles variam ou se juntam dependendo da empresa em que você atua. Endomarketing, publicidade e propaganda, marketing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/escrever.jpg" rel="lightbox[340]"><img class="alignleft size-full wp-image-342" title="escrever" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/escrever.jpg" alt="" width="262" height="261" /></a>Hoje está sendo um dia atípico. Humor ligeiramente abalado por vários motivos junto com pequenos episódios que me fizeram repensar algumas coisas, incluindo <em>&#8220;Qual o papel da Comunicação em uma empresa?&#8221;</em>.</p>
<p>Bom, acho que há vários papéis e eles variam ou se juntam dependendo da empresa em que você atua. Endomarketing, publicidade e propaganda, marketing digital, jornalismo, relações públicas, eventos&#8230; Essas são algumas das funções que um departamento de comunicação comumente desenvolvem.</p>
<p>Um dos maiores problemas encontrado é achar uma boa solução para &#8220;agradar&#8221; a todos nossos fornecedores e clientes internos e externos: recursos humanos (quando o endomarketing fica na comunicação), tecnologia, comercial (nosso principal cliente em muitas empresas), agência de publicidade e digital, diretoria e todos os funcionários. Não conheço nenhum lugar onde não haja problema com pelo menos um desses citados anteriormente e diante disso, me questiono: <em>qual o nosso papel?</em></p>
<p>Ora, em uma empresa onde o arroz com feijão é feito incrivelmente bem, o que é melhor? Continuar fazendo o arroz com feijão e tentar inovar no tempeiro ou optar por fazer ao menos um strogonoff, mas comprar briga por isso? Como comunicadores, devemos sugerir mudanças ou somente atender baixíssimas expectativas calados? Inovar é preciso?</p>
<p>Eu não sou de desistir facilmente de minhas ideias e acredito que já colhi bons frutos por isso, mas acho que, assim como eu, muitos profissionais estão pensando em desistir de lutar por inovação em nossa área. Seja por falta de incentivo, por barrreiras ou mesmo por comodidade.</p>
<p>Talvez essa não seja uma realidade de muitas empresas&#8230; é, talvez&#8230; Na verdade torço por isso, torço para que a cada dia o profissional de comunicação responsável <strong>somente</strong> pelo relacionamento com o cliente, imagem da empresa tanto diante do público externo quanto interno, fornecer criatividade e solucionar problemas, seja realmente valorizado e tenha seu trabalho respeitado e reconhecido por todos. Todos mesmo, inclusive por seus colegas de profissão que trabalham nos veículos de imprensa e que às vezes se esquecem que temos todos o mesmo objetivo. Mas isso já é pauta para um outro desabafo&#8230;</p>
<p>P.S.: Amo meu trabalho e minha profissão.</p>
<div class="shr-publisher-340"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://flavianepaiva.com/2011/01/qual-o-papel-da-comunicacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nina Scafutto e o Twitter</title>
		<link>http://flavianepaiva.com/2010/03/entrevista-nina/</link>
		<comments>http://flavianepaiva.com/2010/03/entrevista-nina/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 15:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aprenda com]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Nina Scafutto]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Strike]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://flavianepaiva.com/?p=253</guid>
		<description><![CDATA[O blog nem completou um ano, mas percebi que infelizmente algumas colunas não funcionaram (mais por minha culpa, que me apaixonei mais pelas outras). Pensando nisso, resolvi aboli-las e iniciar novas sessões. Desde quando comecei o blog, pensava em realizar entrevistas e coberturas de eventos, mas infelizmente por falta de dedicação esse projeto foi sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p>O blog nem completou um ano, mas percebi que infelizmente algumas colunas não funcionaram (mais por minha culpa, que me apaixonei mais pelas outras). Pensando nisso, resolvi aboli-las e iniciar novas sessões.</p>
<p>Desde quando comecei o blog, pensava em realizar entrevistas e coberturas de eventos, mas infelizmente por falta de dedicação esse projeto foi sendo adiado. Até que as entrevistas do <a href='http://cafeblase.wordpress.com/' rel='external friend met colleague' title='Humor sagaz e inteligente, atualidades, diversão!'>Café Blasé</a> me inspiraram e resolvi voltar com essa ideia.</p>
<p>Essa nova sessão se chama <em>Aprenda com</em> e tem a finalidade de mostrar pessoas que inovaram de alguma forma. Não vou restringir, mas inicialmente a ideia é mostrar pessoas da grande área de comunicação (que envolve jornalismo, assessoria, web e tudo que se comunica).</p>
<p>Hoje, estreando a sessão, vamos <em>aprender com</em> Nina Scafutto Scotton, 24 anos, jornalista formada pela Universidade federal de Juiz de Fora (UFJF), a importância de uma ferramenta amada ou odiada no nosso meio profissional: o Twitter.</p>
<div id="_mcePaste"><strong></p>
<div id="attachment_259" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/03/Rodrigo-Nina-Cadu.jpg" rel="lightbox[253]"><img class="size-medium wp-image-259" title="Rodrigo Nina Cadu" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/03/Rodrigo-Nina-Cadu-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Nina com Rodrigo e Cadu, da banda Strike.</p></div>
<p></strong><strong>Flaviane (F) &#8211; Fale sobre você em poucas palavras.</strong></p>
</div>
<p>Nina (N) &#8211; Sou uma comunicóloga viciada em internet. Estou conectada desde a hora em que acordo, até o momento em que durmo. Como o próprio nome diz, uma me-Nina apaixonada por música, cinema, dança e seriados estadunidenses. Adoro assistir ao Big Brother Brasil e não faço questão alguma de esconder esse apreço, assim como nunca tive receio de dizer que sempre tive vontade de trabalhar na indústria cultural.</p>
<p><strong>F &#8211; Quando você criou sua conta no Twitter?</strong></p>
<p>N &#8211; Minha conta no Twitter foi criada em Julho de 2009.</p>
<p><strong>F &#8211; Quais foram as “portas” que o Twitter já abriu para você? E as que fechou?</strong></p>
<p>N &#8211; Tudo o que tenho feito profissionalmente, hoje, foi graças aos contatos que fiz pelo Twitter. Tive o imenso prazer de conhecer um ícone do jornalismo esportivo, Silvio Luiz, e participar de algumas edições de seu programa no canal BandSports, &#8220;Por Dentro da Bola&#8221;. Além disso, consegui facilmente entrevistar alguns famosos, fazendo contato direto pelo Twitter. Essa rede social também fez com que eu definisse o tema do meu projeto de mestrado (&#8220;Imagem, mito e mensagem das bandas de rock nacionais do início do século XXI&#8221;). A partir da idéia do projeto, acabei entrando em contato com um grande número de músicos que hoje estão no mainstream do rock nacional, o que me levou a elaborar alguns outros projetos fora da área acadêmica (organização de eventos e criação de roteiro). O Twitter nunca me ameaçou fechar porta alguma.</p>
<div>
<p><strong>F &#8211; Alguma situação engraçada que seja marcante?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_260" class="wp-caption alignright" style="width: 310px;"><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/03/ninasilvioluiz.jpg" rel="lightbox[253]"><span style="color: #000000;"><img class="size-full wp-image-260 " title="ninasilvioluiz" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/03/ninasilvioluiz.jpg" alt="" width="300" height="264" /></span></a></p>
<p>Nina com o jornalista Silvio Luiz, da Band.</p>
</dl>
</div>
<p></strong></p>
</div>
<p>N &#8211; Sempre tem alguma menina mais nova, fã dos caras do rock com quem eu converso, que twitta &#8220;Eu tenho inveja da @ninascafutto porque todos os famosos respondem os tweets dela&#8221;. Eu acho muito engraçado, porque eu imagino que essas meninas pensem que eu tenho a mesma idade que elas, que eu seja mais um fã que nem elas, enquanto a minha relação com essas pessoas é profissional, ou até mesmo de amizade.</p>
<p><strong>F &#8211; O Twitter é uma ferramenta de comunicação. Como você acha que ele pode contribuir para comunicólogos, jornalistas e assessores?</strong></p>
<p>N &#8211; O Twitter é o meio mais fácil para que esses profissionais exercitem o networking. Todos nós, profissionais da Comunicação, sabemos que, hoje em dia, contato é tudo.</p>
<p><strong>F &#8211; Alguma diferença entre a Nina antes do Twitter com a depois do Twitter?</strong></p>
<p>N &#8211; O Twitter foi um divisor de águas na minha vida. Antes dele, não tinha muita esperança de conseguir bons empregos na minha área mas, agora, encontrei uma forma de cavar minhas oportunidades e estou muito feliz com os frutos que venho colhendo.</p>
<p><strong>F &#8211; Quais são suas metas profissionais?</strong></p>
<p>N &#8211; Pretendo ingressar no mestrado com este novo projeto em mãos e seguir a carreira acadêmica até o pós-doutorado, de preferência atuando como docente em alguma universidade paulistana. Quero, também, me aventurar no ramo de assessoria de bandas e ter o rock&#8217;n'roll como fonte de renda e de muita diversão.</p>
<p><em>Quer saber mais sobre a Nina?</em></p>
<p>Twitter: <a href="http://twitter.com/NinaScafutto" target="_blank">@NinaScafutto</a></p>
<p>E-mail: ninascafuttoscotton@gmail.com</p>
<p>Site: <a href="http://www.ninascafutto.com" target="_blank">www.ninascafutto.com</a></p>
<div class="shr-publisher-253"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://flavianepaiva.com/2010/03/entrevista-nina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Questão de opinião</title>
		<link>http://flavianepaiva.com/2010/02/questao-de-opiniao/</link>
		<comments>http://flavianepaiva.com/2010/02/questao-de-opiniao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 00:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autorais]]></category>
		<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://flavianepaiva.com/?p=233</guid>
		<description><![CDATA[Hoje tive a felicidade de ler um post da quase jornalista Ariane Fonseca, falando sobre ideologia no jornalismo. O texto é impecável, como todos que ela posta. Mas me chamou a atenção os textos publicados nos &#8220;Comentários&#8221;. Entre muitas coisas que aprendi com a faculdade de jornalismo, aprendi também que jornalista não é dono da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/opiniao.jpg" rel="lightbox[233]"><img class="alignleft size-medium wp-image-237" title="opiniao" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/opiniao-241x300.jpg" alt="" width="241" height="300" /></a>Hoje tive a felicidade de ler um <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/ideologia-eu-quero-uma-para-viver" target="_blank">post</a> da quase jornalista <a href="http://twitter.com/arianef" target="_blank">Ariane Fonseca</a>, falando sobre ideologia no jornalismo. O texto é impecável, como todos que ela posta. Mas me chamou a atenção os textos publicados nos &#8220;Comentários&#8221;.</p>
<p>Entre muitas coisas que aprendi com a faculdade de jornalismo, aprendi também que jornalista não é dono da verdade, nem sabe tudo. Jornalista também não é superior a ninguém e não sabe tudo que acontece em todas as mídias. Ok, mas por que estou dizendo isso? Simples! Porque estou cansada de ouvir colegas de profissão criando teorias sobre conspirações, domínios e afins. Eu não sou burra nem ingênua de não saber que existem linhas editoriais e assuntos proibidos em cada veículo (sim, cada. Não tenho números oficiais, mas acredito que todo veículo, pequeno ou grande, sabe o que lhe engrandece ou prejudica). No entanto, vejo que muitos chegam a extremos: boicote a tal canal ou revista, ódios contra países, músicas e estereótipos. Chegam mesmo a recriminar jornalistas que não possuem as mesmas opiniões de esquerda, cults ou o que for (não é só hipótese. Ontem mesmo me relataram um caso assim. Ouvi do próprio recriminado. E mesmo minha turma, que se formou a pouco tempo, é recriminada por muitos por ter gostos digamos&#8230; populares!).</p>
<p>Me entristece constatar essa realidade e saber que o universo dos jornalistas está cheio de pessoas preconceituosas e com visão de mundo fechada. Acredito que uma coisa que jornalista precisa ser é aberto a novos conhecimentos, culturas e assuntos. Se não for assim, como trabalhar isento de pré-conceitos e  opiniões? Voltando aos veículos, não acredito e não quero acreditar que tudo que existe é manipulado. Não vou pilhar nessa história de <em>Não confie em ninguém!</em>. Acho que apesar das linhas editoriais, a maioria dos veículos fazem jornalismo sério. Alguns assuntos podem não ser explorados como deviam, mas compensam em outros temas. O que fazer? Ora, mude de canal quando passar uma matéria manipuladora da Globo sobre governo, assista as excelentes matérias sobre saúde do Globo Repórter e PARE de dizer que todos os problemas deixariam de existir se a Globo falisse! <em>#prontofalei</em>.</p>
<p>Desculpem a indignação, mas rótulos me incomodam muito. Outro dia me criticaram no <a href="http://twitter.com/FlavianePaiva" target="_blank">twitter</a> por emitir minha opinião sobre <a href="http://bbb.globo.com/" target="_blank">Big Brother Brasil</a> (BBB) e um participante. Qual é? Jornalista não tem momentos de se distrair? Não posso ver BBB, novela, desenho animado, chaves; ouvir axé, Xuxa, sertanejo e MPB e fazer o que mais EU quiser porque tenho um diploma de jornalismo? Me desculpem, mas acho que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Se não estou representando uma instituição, se estou em um momento de folga, posso fazer e falar o que eu quiser. E tenho certeza (dessa vez nem é acredito), que antes de criticarmos qualquer coisa, temos que conhecer. Nem tudo é 100% ruim ou bom.</p>
<p>Ufa, acho que por agora acabei.  Desculpem o post imenso de hoje, geralmente não faço isso, mas esse não teve outra forma.</p>
<p>Ah! E sei que vai ser polêmico, mas adoro uma boa discussão, desde que com boas argumentações.</p>
<div class="shr-publisher-233"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://flavianepaiva.com/2010/02/questao-de-opiniao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

