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	<title>Flaviane Paiva &#187; assessoria</title>
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		<title>Nina Scafutto e o Twitter</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 15:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aprenda com]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Nina Scafutto]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Strike]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog nem completou um ano, mas percebi que infelizmente algumas colunas não funcionaram (mais por minha culpa, que me apaixonei mais pelas outras). Pensando nisso, resolvi aboli-las e iniciar novas sessões.
Desde quando comecei o blog, pensava em realizar entrevistas e coberturas de eventos, mas infelizmente por falta de dedicação esse projeto foi sendo adiado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O blog nem completou um ano, mas percebi que infelizmente algumas colunas não funcionaram (mais por minha culpa, que me apaixonei mais pelas outras). Pensando nisso, resolvi aboli-las e iniciar novas sessões.</p>
<p>Desde quando comecei o blog, pensava em realizar entrevistas e coberturas de eventos, mas infelizmente por falta de dedicação esse projeto foi sendo adiado. Até que as entrevistas do <a href='http://cafeblase.wordpress.com/' rel='external friend met colleague" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/blogroll/cafeblase.wordpress.com');" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/blogroll/cafeblase.wordpress.com');' title='Humor sagaz e inteligente, atualidades, diversão!'>Café Blasé</a> me inspiraram e resolvi voltar com essa ideia.</p>
<p>Essa nova sessão se chama <em>Aprenda com</em> e tem a finalidade de mostrar pessoas que inovaram de alguma forma. Não vou restringir, mas inicialmente a ideia é mostrar pessoas da grande área de comunicação (que envolve jornalismo, assessoria, web e tudo que se comunica).</p>
<p>Hoje, estreando a sessão, vamos <em>aprender com</em> Nina Scafutto Scotton, 24 anos, jornalista formada pela Universidade federal de Juiz de Fora (UFJF), a importância de uma ferramenta amada ou odiada no nosso meio profissional: o Twitter.</p>
<div id="_mcePaste"><strong></p>
<div id="attachment_259" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/03/Rodrigo-Nina-Cadu.jpg" rel="lightbox[253]"><img class="size-medium wp-image-259" title="Rodrigo Nina Cadu" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/03/Rodrigo-Nina-Cadu-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Nina com Rodrigo e Cadu, da banda Strike.</p></div>
<p></strong><strong>Flaviane (F) &#8211; Fale sobre você em poucas palavras.</strong></p>
</div>
<p>Nina (N) &#8211; Sou uma comunicóloga viciada em internet. Estou conectada desde a hora em que acordo, até o momento em que durmo. Como o próprio nome diz, uma me-Nina apaixonada por música, cinema, dança e seriados estadunidenses. Adoro assistir ao Big Brother Brasil e não faço questão alguma de esconder esse apreço, assim como nunca tive receio de dizer que sempre tive vontade de trabalhar na indústria cultural.</p>
<p><strong>F &#8211; Quando você criou sua conta no Twitter?</strong></p>
<p>N &#8211; Minha conta no Twitter foi criada em Julho de 2009.</p>
<p><strong>F &#8211; Quais foram as “portas” que o Twitter já abriu para você? E as que fechou?</strong></p>
<p>N &#8211; Tudo o que tenho feito profissionalmente, hoje, foi graças aos contatos que fiz pelo Twitter. Tive o imenso prazer de conhecer um ícone do jornalismo esportivo, Silvio Luiz, e participar de algumas edições de seu programa no canal BandSports, &#8220;Por Dentro da Bola&#8221;. Além disso, consegui facilmente entrevistar alguns famosos, fazendo contato direto pelo Twitter. Essa rede social também fez com que eu definisse o tema do meu projeto de mestrado (&#8220;Imagem, mito e mensagem das bandas de rock nacionais do início do século XXI&#8221;). A partir da idéia do projeto, acabei entrando em contato com um grande número de músicos que hoje estão no mainstream do rock nacional, o que me levou a elaborar alguns outros projetos fora da área acadêmica (organização de eventos e criação de roteiro). O Twitter nunca me ameaçou fechar porta alguma.</p>
<div>
<p><strong>F &#8211; Alguma situação engraçada que seja marcante?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_260" class="wp-caption alignright" style="width: 310px;"><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/03/ninasilvioluiz.jpg" rel="lightbox[253]"><span style="color: #000000;"><img class="size-full wp-image-260 " title="ninasilvioluiz" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/03/ninasilvioluiz.jpg" alt="" width="300" height="264" /></span></a></p>
<p>Nina com o jornalista Silvio Luiz, da Band.</p>
</dl>
</div>
<p></strong></p>
</div>
<p>N &#8211; Sempre tem alguma menina mais nova, fã dos caras do rock com quem eu converso, que twitta &#8220;Eu tenho inveja da @ninascafutto porque todos os famosos respondem os tweets dela&#8221;. Eu acho muito engraçado, porque eu imagino que essas meninas pensem que eu tenho a mesma idade que elas, que eu seja mais um fã que nem elas, enquanto a minha relação com essas pessoas é profissional, ou até mesmo de amizade.</p>
<p><strong>F &#8211; O Twitter é uma ferramenta de comunicação. Como você acha que ele pode contribuir para comunicólogos, jornalistas e assessores?</strong></p>
<p>N &#8211; O Twitter é o meio mais fácil para que esses profissionais exercitem o networking. Todos nós, profissionais da Comunicação, sabemos que, hoje em dia, contato é tudo.</p>
<p><strong>F &#8211; Alguma diferença entre a Nina antes do Twitter com a depois do Twitter?</strong></p>
<p>N &#8211; O Twitter foi um divisor de águas na minha vida. Antes dele, não tinha muita esperança de conseguir bons empregos na minha área mas, agora, encontrei uma forma de cavar minhas oportunidades e estou muito feliz com os frutos que venho colhendo.</p>
<p><strong>F &#8211; Quais são suas metas profissionais?</strong></p>
<p>N &#8211; Pretendo ingressar no mestrado com este novo projeto em mãos e seguir a carreira acadêmica até o pós-doutorado, de preferência atuando como docente em alguma universidade paulistana. Quero, também, me aventurar no ramo de assessoria de bandas e ter o rock&#8217;n'roll como fonte de renda e de muita diversão.</p>
<p><em>Quer saber mais sobre a Nina?</em></p>
<p>Twitter: <a href="http://twitter.com/NinaScafutto" target="_blank">@NinaScafutto</a></p>
<p>E-mail: ninascafuttoscotton@gmail.com</p>
<p>Site: <a href="http://www.ninascafutto.com" target="_blank">www.ninascafutto.com</a></p>
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		<title>Redes Sociais e Educação a Distância</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 23:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[EAD]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos que me conhecem ou acompanham esse blog sabem como sou apaixonada pelas novas mídias. O que talvez nem todos saibam é o quanto estou interessada no mercado de Educação a Distância (EAD). Vejo que ele promete não só revolucionar a educação, mas também estimular os profissionais de comunicação a usarem funcionalmente os recursos ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_230" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/stoa.jpg" rel="lightbox[229]"><img class="size-medium wp-image-230" title="stoa" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/stoa-300x153.jpg" alt="" width="300" height="153" /></a><p class="wp-caption-text">Stoa - rede social da Universidade de São Paulo</p></div>
<p>Todos que me conhecem ou acompanham esse blog sabem como sou apaixonada pelas novas mídias. O que talvez nem todos saibam é o quanto estou interessada no mercado de Educação a Distância (EAD). Vejo que ele promete não só revolucionar a educação, mas também estimular os profissionais de comunicação a usarem funcionalmente os recursos ao nosso alcance, para integrarmos alunos, professores e Instituições de Ensino.</p>
<p>Nos últimos dias, tenho desenvolvido alguns projetos visando justamente essa integração para a instituição em que trabalho. E procurando referenciais me deparei com a <a href="http://stoa.usp.br/" target="_blank">Stoa</a>: uma rede social para alunos de EAD da USP. Já na página inicial há 3 alternativas: Meio acadêmico (Plataforma Moodle), Social (página da Stoa onde cada aluno pode ter seu blog, postar mensagens, vídeos e compartilhar todo esse conteúdo) ou Wiki (aplicativo vinculado a <a href="http://pt.wikipedia.org/" target="_blank">Wikipédia</a>, onde são construídos uma série de verbetes de forma colaborativa).</p>
<p>Pode parecer óbvio, mas a maioria das Instituições tem páginas diferentes para cada funcionalidade. A plataforma em um endereço, o site da própria instituição em outro e diversos aplicativos espalhados pela web. Isso dificulta a aprendizagem de alguns alunos, já que grande parte são de cidades menores, onde a cultura da internet ainda engatinha. São alunos simples, humildes, muitas vezes com acesso a computadores e internet somente no Polo de Apoio Presencial de cada cidade.</p>
<p>Essa integração é pioneira no Brasil (desde 2007) e veio se aperfeiçoando desde então. Foi inspirada no <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a>, criado para conectar alunos e professores de Harvard, mas se diferenciou na medida em que deixou de ser uma ferramenta de comunicação para se tornar também pedagógica.</p>
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		<title>Voltando&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 22:50:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autorais]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[formatura]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[É, eu sei&#8230; blog/site mega-ultra-super abandonado!
Nenhuma das desculpas que tenho realmente justifica esse abandono, eu sei,  por isso nem vou me dar ao trabalho de enumerá-las. Até porque, o que importa é que voltei.
E voltei falando da nova fase da minha vida: recém-formada.
Agora sou comunicóloga, jornalista, assessora e, acima de tudo, continuo sendo curiosa, apaixonada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_222" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-222 " title="colaçao" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/01/colaçao-300x196.jpg" alt="colaçao" width="300" height="196" /><p class="wp-caption-text">Galera da Caninha, na Colação de Grau Unificada</p></div>
<p>É, eu sei&#8230; blog/site mega-ultra-super abandonado!</p>
<p>Nenhuma das desculpas que tenho realmente justifica esse abandono, eu sei,  por isso nem vou me dar ao trabalho de enumerá-las. Até porque, o que importa é que voltei.</p>
<p>E voltei falando da nova fase da minha vida: recém-formada.</p>
<p>Agora sou comunicóloga, jornalista, assessora e, acima de tudo, continuo sendo curiosa, apaixonada por novas mídias e ansiosa. Ansiosa para que as coisas aconteçam. Coincidentemente hoje estava lendo uma matéria em uma revista teen que falava da Geração Y e o &#8220;desespero&#8221; que nos acompanha. Dizem que não temos paciência de construir tijolinho por tijolinho nossa carreira, queremos logo uma parede toda de uma vez. E é assim que me sinto.</p>
<p>Agora que a monografia acabou, que a ficha caiu, que só restou o emprego (ainda bem!) já quero começar a pós, conseguir outro emprego complementar, fazer meu nome e construir minha carreira. E claro, tudo isso não no tempo aceitável, mas sim em uma velocidade recorde!</p>
<p>É possível? Não sei. Só sei que vou continuar tentando e à medida que as coisas forem acontecendo (se acontecerem) vou contando como e quando. Só peço que me desejem sorte!</p>
<div id="attachment_223" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-223 " title="colacao2jpg" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/01/colacao2jpg-300x249.jpg" alt="Eu e minha amiga para sempre, Ivanna. " width="300" height="249" /><p class="wp-caption-text">Eu e minha amiga para sempre, Ivanna. </p></div>
<div id="attachment_224" class="wp-caption aligncenter" style="width: 206px"><img class="size-medium wp-image-224" title="colacao3" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/01/colacao3-196x300.jpg" alt="Meu diploma: &quot;Você não vale nada, mas eu gosto de você&quot;!" width="196" height="300" /><p class="wp-caption-text">Meu diploma: &quot;Você não vale nada, mas eu gosto de você&quot;!</p></div>
<div id="attachment_225" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-225" title="colacao2.jpg2" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/01/colacao2.jpg2-300x225.jpg" alt="Mãe, formei!" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Mãe, formei!</p></div>
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		<title>Jornalistas e jornalistas</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 02:39:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autorais]]></category>
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		<category><![CDATA[mailing]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa história de todo mundo se achar jornalista existe não é de hoje. Muito antes dessa não exigência do diploma para atuar na profissão, pessoas sem nenhum estudo específico na área já atuavam como radialistas, jornalistas e assessores, principalmente nos cantões do país. Trabalhando com assessoria de imprensa em meu estágio, ficou claro como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-156" title="jornalista" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2009/09/jornalista.jpg" alt="jornalista" width="230" height="173" />Essa história de todo mundo se achar jornalista existe não é de hoje. Muito antes dessa não exigência do diploma para atuar na profissão, pessoas sem nenhum estudo específico na área já atuavam como radialistas, jornalistas e assessores, principalmente nos cantões do país. Trabalhando com assessoria de imprensa em meu estágio, ficou claro como o assessorado sofre com a falta de preparo dos &#8220;profissionais&#8221;. Precisei atualizar o mailing de imprensa de várias cidades que atingimos e para facilitar o meu trabalho, decidi entrar em contato com os assessores de imprensa das prefeituras (imaginei que eles já possuíssem um mailing com dados de imprensa local e regional).</p>
<p>Ficou nítida a diferença entre os jornalistas e os que se dizem jornalistas. Algumas cidades simplesmente não possuíam nenhum tipo de contato com a imprensa local. Veja que nesse caso estamos falando de assessorias de prefeituras. Como esses &#8220;profissionais&#8221; não encaminham releases aos veículos para que divulguem as ações da prefeitura? É claro que a maioria dos contatos foi positivo e consegui excelentes dados com os colegas de profissão. E não custa lembrar que, mesmo recebendo de fontes confiáveis, é recomendável checar cada email, através do telefone, diretamente com o veículo, para evitar que os releases corram o risco de não chegar a imprensa.</p>
<blockquote><p>O mailing (relação de jornalistas) ao qual esses materiais podem ser encaminhados é informado ao assessorado, que, por sua vez, deve ficar à vontade para indicar contatos pessoais de jornalistas ou veículos de comunicação que julgue interessante, para montagem de um mailing em conjunto.</p>
<p style="text-align: right;">KOPPLIN, Elisa e FERRARETO, Luiz Artur. Assessoria de imprensa – teoria e prática. Porto Alegre: Sagra-DC Luzzato, 1996.</p>
<p style="text-align: right;">
</blockquote>
<p style="text-align: left;">Essa citação nos lembra também da boa relação que deveria existir entre os profissionais. E isso também é muito claro na diferenciação de verdadeiros jornalistas. Quem realmente estudou para atuar nessa área é sempre solícito, já algumas pessoas&#8230;</p>
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