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	<title>Flaviane Paiva</title>
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		<title>Perseverança</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 00:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autorais]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[perseverança]]></category>
		<category><![CDATA[persistência]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Correr, correr e correr. Lutar contra o tempo e contra os adversários. Ultrapassar obstáculos. Pular barreiras. Desafiar nossos próprios limites Suar a camisa em busca da vitória. Pode ser que, ao chegar no ponto final, no último milésimo de segundo, não alcancemos o primeiro lugar. Ou pode ser que alguma barreira traiçoeira nos deixe ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/08/corrida.jpg" rel="lightbox[383]"><img class="alignleft size-medium wp-image-385" style="margin: 2px;" title="corrida" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/08/corrida-e1313541555745-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a>Correr, correr e correr.</p>
<p>Lutar contra o tempo e contra os adversários.</p>
<p>Ultrapassar obstáculos. Pular barreiras.</p>
<p>Desafiar nossos próprios limites</p>
<p>Suar a camisa em busca da vitória.</p>
<p>Pode ser que, ao chegar no ponto final, no último milésimo de segundo, não alcancemos o primeiro lugar.</p>
<p>Ou pode ser que alguma barreira traiçoeira nos deixe ainda mais atrás.</p>
<p>De qualquer forma, pode ser que vençamos! Pode ser que conquistemos a vitória tão desejada, mesmo que isso signifique apenas experiência ou aprendizado.</p>
<p>Mas só saberemos se tentarmos&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>Sejam quais forem os resultados com êxito ou não, o importante é que no final cada um possa dizer: &#8216;fiz o que pude&#8217;.</em></p>
<p><em>Louis Pasteur</em></p></blockquote>
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		<title>O tempo de sonhar acabou</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 22:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Como eu queria que você gritasse, brigasse, chorasse&#8230; colocasse pra fora seus sentimentos. Sentisse alguma coisa! Ah, eu queria&#8230; Como eu queria que você gostasse,tentasse, praticasse&#8230; aprendesse novas coisas a cada dia. Ah, eu queria&#8230; Como eu queria que a vida fosse simples, tão simples como você julga ser. Ah, eu queria&#8230; Como eu queria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/07/dormir-relaxar-sonhar.jpg" rel="lightbox[378]"><img class="alignleft size-medium wp-image-379" title="dormir-relaxar-sonhar" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/07/dormir-relaxar-sonhar-300x297.jpg" alt="" width="300" height="297" /></a>Como eu queria que você gritasse, brigasse, chorasse&#8230; colocasse pra fora seus sentimentos. Sentisse alguma coisa! Ah, eu queria&#8230;</p>
<p>Como eu queria que você gostasse,tentasse, praticasse&#8230; aprendesse novas coisas a cada dia. Ah, eu queria&#8230;</p>
<p>Como eu queria que a vida fosse simples, tão simples como você julga ser. Ah, eu queria&#8230;</p>
<p>Como eu queria que o problema estivesse realmente comigo, porque aí sim, com certeza, eu o resolveria. Ah, eu queria&#8230;</p>
<p>Como eu queria que você cumprisse suas promessas. Não queria que fizesse outras, apenas que cumprisse com as iniciais. Ah, eu queria&#8230;</p>
<p>Como eu queria acordar amanhã e descobrir que tudo isso foi só uma grande bobagem e que no café da manhã iríamos tomar café com amor. Ah, eu queria&#8230;</p>
<p>Eu queria, mas o tempo de sonhar acabou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&#8230;Saudade é amar um passado que ainda não passou,<br />
É recusar um presente que nos machuca,<br />
É não ver o futuro que nos convida&#8230;</p>
<p>(Pablo Neruda)</p></blockquote>
<div class="shr-publisher-378"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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		<title>Desisti de você</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 21:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autorais]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou indo embora. Sim,decidi. Mas não jogue o peso dessa decisão sobre mim. Apesar de ser eu quem sai, vou por sua causa. Estou oficialmente desistindo de você. Desistindo de ser mais uma peça na bagunça da sua vida. Até cheguei a achar, um dia, que seria pra sempre. Mas em algum momento, no meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/07/images.jpg" rel="lightbox[370]"><img class="alignleft size-full wp-image-373" title="images" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/07/images.jpg" alt="" width="136" height="147" /></a>Estou indo embora. Sim,decidi.</p>
<p>Mas não jogue o peso dessa decisão sobre mim. Apesar de ser eu quem sai, vou por sua causa.</p>
<p>Estou oficialmente desistindo de você. Desistindo de ser mais uma peça na bagunça da sua vida.</p>
<p>Até cheguei a achar, um dia, que seria pra sempre. Mas em algum momento, no meio do caminho, percebi que não duraria tanto tempo assim.</p>
<p>Eu quis que você chegasse lá. Quis que nós chegássemos lá. Que alcançássemos todos nossos sonhos, que conquistássemos tudo que queríamos. E eu até tentava traçar um plano pra isso, enquanto você queria esperar o barco correr.</p>
<p>Pois bem. O barco correu,correu e correu. Correu tanto que agora perde um tripulante. Desisti de viajar. Desisti de esperar a vida passar em um barco que segue sozinho, sem rumo ou direção. Eu quero mais pra mim. Eu sempre quis mais, na verdade. Mas achava que ia conseguir isso tudo ao seu lado.</p>
<p>Infelizmente, hoje você jogou a toalha:</p>
<p>- Quero deixar o barco seguir, sem mapa, bússola, ou qualquer tipo de orientação. &#8211; disse ele.</p>
<p>- Pois eu quero planos, metas e uma vida feliz, mesmo que não possa ser ao seu lado &#8211; falei.</p>
<p>- Então você está desistindo da nossa vida juntos? &#8211; reagiu ele.</p>
<p>- Não. Você está. Você desistiu há muito tempo, quando optou por não me conquistar diariamente, como todo amor precisa. Eu estou apenas sendo, mais uma vez, a &#8220;responsável&#8221; por isso. &#8211; concluiu ela.</p>
<p>E assim acabou um amor, que todos, inclusive os dois, juravam que seria para sempre.</p>
<blockquote><p>Durante a nossa vida:</p>
<p>Conhecemos pessoas que vem e que ficam,<br />
Outras que, vem e passam.<br />
Existem aquelas que,<br />
Vem, ficam e depois de algum tempo se vão.<br />
Mas existem aquelas que vem e se vão com uma enorme vontade de ficar&#8230;</p>
<p>(Charles Chaplin)</p></blockquote>
<div class="shr-publisher-370"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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		<title>Assessoria Digital</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 02:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria digital]]></category>
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		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[SMPR]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media Press Release]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo release]]></category>

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		<description><![CDATA[Há duas semanas fiz um curso em Goiânia sobre Assessoria Digital, na Ascenda, com o profissional Rodrigo Capella. Confesso que fui achando que não veria muita novidade e que, como na maior parte desses cursos, fosse ver mais gerenciamento de redes sociais (incluindo o &#8220;feijão com arroz&#8221;) do que algum conceito específico de assessoria. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/04/iPad.jpg" rel="lightbox[354]"><img class="alignleft size-medium wp-image-360" style="margin: 4px;" title="© Copyright 2010 CorbisCorporation" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/04/iPad-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Há duas semanas fiz um curso em Goiânia sobre Assessoria Digital, na <a href="http://ascenda.com.br/" target="_blank">Ascenda</a>, com o profissional <a href="http://printerview.wordpress.com/" target="_blank">Rodrigo Capella</a>. Confesso que fui achando que não veria muita novidade e que, como na maior parte desses cursos, fosse ver mais gerenciamento de redes sociais (incluindo o &#8220;feijão com arroz&#8221;) do que algum conceito específico de assessoria. Mas para minha felicidade, me enganei!</p>
<p>O curso foi totalmente voltado para assessoria de imprensa. E não me refiro aquela velha assessoria, onde bastava um <em>release</em>, um fax (sim, fax! Muito jornalista ainda usa e não abre mão) e uma lista de contatos, não! Me refiro à nova assessoria, onde o release é só um dos componentes da ação.</p>
<p><strong>Inovações digitais</strong></p>
<p>Uma das novidades apresentadas é o <a href="http://www.comremix.com.br/o-social-media-release-que-bicho-e-esse" target="_blank">Social Media Press Release (SMPR)</a>. Basicamente é uma forma inovadora e condizente com as novas mídias de se organizar as informações em um release. Algumas empresas optam por plataformas específicas, onde o jornalista interessado naquela marca pode até mesmo assinar um RSS para saber quando novos releases forem publicados, sem ter que aguardar um e-mail. A <a href="http://rmacomunicacao.com.br/" target="_blank">RMA Comunicação e Negócios</a>, além de adotar o modelo, ainda fez um <a href="http://rmacomunicacao.com.br/2009/02/a-chegada-do-social-media-release/" target="_blank">post explicando muito bem todas essas mudanças</a> (detalhe para os comentários, onde os jornalistas aprovam o novo modelo).</p>
<p>Há ainda outras novidades, como o vídeo release. No &#8220;<a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=575TVQ003" target="_blank">Observatório da Imprensa&#8221; tem um artigo</a> bem completo, explicando muito bem as aplicações e a importância desse material. É claro que um vídeo release não terá saída em um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornal_Nacional" target="_blank">Jornal Nacional</a>, por exemplo, como muitos questionam. Na minha opinião, é uma excelente ferramenta para blogs e para veículos web, principalmente os especializados na área de atuação do assessorado. Outro fator que vai tornar mais ou menos relevante esse tipo de material é o tipo de negócio do assessorado. Óbvio que os temas mais tratados na web terão uma aceitação maior. Abaixo, um exemplo de vídeo release, o lançamento de um novo CD da cantora Adriana Godoy.</p>
<p>Muitos outros conceitos foram expostos no curso, mas falo mais sobre isso em outro post.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object width="640" height="390"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ggG8FY3bBlY?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/v/ggG8FY3bBlY?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>A magia do Kinect</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 17:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nunca fui viciada em vídeo-games. Sempre gostei, como qualquer outra pessoa da minha idade. Acompanhei avanços. Meu primeiro vídeo-game era um atari, isso na época em que o super nintendo já era um sucesso. O atari era herança de um tio (apenas alguns anos mais velho que eu) que havia ganhado o nintendo e cedido o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/kinect.jpg" rel="lightbox[344]"><img class="alignleft size-medium wp-image-347" title="kinect" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/kinect-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Nunca fui viciada em vídeo-games. Sempre gostei, como qualquer outra pessoa da minha idade. Acompanhei avanços. Meu primeiro vídeo-game era um atari, isso na época em que o super nintendo já era um sucesso. O atari era herança de um tio (apenas alguns anos mais velho que eu) que havia ganhado o nintendo e cedido o velho atari aos sobrinhos. Mas logo o atari perdeu espaço e todos estavam mesmo viciados no Super Mario Bross. Não conheço nenhuma pessoa da minha geração que nunca o tenha jogado. Era a diversão da família: todos os primos se reuniam nas férias para &#8220;zerar&#8221; o super mario. E aí chegou a super geração do Play Station. Nesse, meu favorito era o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IPqiR0VHz6g&amp;feature=related" target="_blank">Crash Bandicoot</a>, como a maioria das mulheres, gosto de jogos de plataforma e aventura. Hoje em dia, aqui em casa temos um PS3. E agora, com ele desbloqueado, nos divertimos jogando com personagens que mais parecem atores de filmes, controlados por nós.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1GN-OmsRcbY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/1GN-OmsRcbY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>No entanto, já há alguns meses, me senti atraída por um brinquedo como não acontecia desde o Super Mario: o <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/11/sistema-kinect-que-usa-corpo-como-joystick-chega-ao-brasil-por-r-600.html" target="_blank">kinect</a>. Mesmo lendo a respeito e imaginando como seria o tal jogo, só ontem consegui realmente entender a inovação que estamos vivendo. Claro que tudo começou com o Wii, mas acho que o kinect veio pra ficar e a tendência é só melhorar. O vídeo-game não lê apenas seus movimentos, mas também a intensidade deles. Ele consegue identificar a força com a qual você está jogando uma bola de boliche, por exemplo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nee86i_vInE?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/nee86i_vInE?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E fico imaginando&#8230; qual sempre foi a crítica de especialistas sobre vídeo-games e, até mesmo, computadores? O ócio e o isolamento causado por essas ferramentas. Pois bem, o kinect conseguiu combater os dois defeitos. Os jogos são tão estimulantes e divertidos que é possível se fazer horas de diversos exercícios físicos sem se cansar. E nada mais bacana do que reunir os amigos para assistir e jogar junto. Eu pensei muito sobre por que é tão bom &#8211; mesmo estando com o corpo dolorido hoje por ter jogado muito ontem, eu jogaria por horas hoje novamente. Acredito que é como quando éramos crianças. Não sei se era uma brincadeira comum a todos, mas na minha infância brincávamos muito de inventar histórias e sermos heróis ou bandidos. Imaginávamos cenários, nos escondíamos de ninguém e brincávamos por horas seguidas, cada um com seu &#8220;personagem&#8221;. Pra mim o kinect é a evolução dessa brincadeira: ele faz os cenários para você e te leva pra dentro dela.  Você não mais controla um avatar. Agora você é um avatar.</p>
<p><strong>Aplicações profissionais</strong></p>
<p>Deixando a parte da diversão e do encantamento de lado, acredito que em pouco tempo teremos utilidades diversificadas para esse &#8220;brinquedinho&#8221;. Imaginem se um stand de um produto qualquer &#8211; apartamento, carro, outros brinquedos, óculos &#8211; ao invés de lhe mostrar o produto e te dar um monte de papel contando as maravilhas que o aquele vendedor diz que o produto tem nós pudéssemos experimentar como é. Através de algo semelhante ao kinect, pudéssemos entrar em um apartamento que ainda não foi construído, andar dentro dele, visualizar cada detalhe.</p>
<p>Tá, foi só uma ideia. Mas acredito que, o campo da comunicação e da publicidade, que são muito criativos, com certeza iriam criar ações muito interessantes a partir desse vídeo-game. E com isso, vender um produto ou serviço poderia ser muito mais fácil, se ele realmente fosse bom, claro&#8230;</p>
<p>Até por que, já pensaram em usos muitos mais complexos do que esse que estou sugerindo: &#8220;<a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/kinect-e-hackeado-para-cirurgia-a-distancia-19012011-21.shl" target="_blank">Kinect é hackeado para cirurgias a distância</a>&#8220;</p>
<div class="shr-publisher-344"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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		<title>Qual o papel da Comunicação?</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 15:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[respeito profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje está sendo um dia atípico. Humor ligeiramente abalado por vários motivos junto com pequenos episódios que me fizeram repensar algumas coisas, incluindo &#8220;Qual o papel da Comunicação em uma empresa?&#8221;. Bom, acho que há vários papéis e eles variam ou se juntam dependendo da empresa em que você atua. Endomarketing, publicidade e propaganda, marketing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/escrever.jpg" rel="lightbox[340]"><img class="alignleft size-full wp-image-342" title="escrever" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/escrever.jpg" alt="" width="262" height="261" /></a>Hoje está sendo um dia atípico. Humor ligeiramente abalado por vários motivos junto com pequenos episódios que me fizeram repensar algumas coisas, incluindo <em>&#8220;Qual o papel da Comunicação em uma empresa?&#8221;</em>.</p>
<p>Bom, acho que há vários papéis e eles variam ou se juntam dependendo da empresa em que você atua. Endomarketing, publicidade e propaganda, marketing digital, jornalismo, relações públicas, eventos&#8230; Essas são algumas das funções que um departamento de comunicação comumente desenvolvem.</p>
<p>Um dos maiores problemas encontrado é achar uma boa solução para &#8220;agradar&#8221; a todos nossos fornecedores e clientes internos e externos: recursos humanos (quando o endomarketing fica na comunicação), tecnologia, comercial (nosso principal cliente em muitas empresas), agência de publicidade e digital, diretoria e todos os funcionários. Não conheço nenhum lugar onde não haja problema com pelo menos um desses citados anteriormente e diante disso, me questiono: <em>qual o nosso papel?</em></p>
<p>Ora, em uma empresa onde o arroz com feijão é feito incrivelmente bem, o que é melhor? Continuar fazendo o arroz com feijão e tentar inovar no tempeiro ou optar por fazer ao menos um strogonoff, mas comprar briga por isso? Como comunicadores, devemos sugerir mudanças ou somente atender baixíssimas expectativas calados? Inovar é preciso?</p>
<p>Eu não sou de desistir facilmente de minhas ideias e acredito que já colhi bons frutos por isso, mas acho que, assim como eu, muitos profissionais estão pensando em desistir de lutar por inovação em nossa área. Seja por falta de incentivo, por barrreiras ou mesmo por comodidade.</p>
<p>Talvez essa não seja uma realidade de muitas empresas&#8230; é, talvez&#8230; Na verdade torço por isso, torço para que a cada dia o profissional de comunicação responsável <strong>somente</strong> pelo relacionamento com o cliente, imagem da empresa tanto diante do público externo quanto interno, fornecer criatividade e solucionar problemas, seja realmente valorizado e tenha seu trabalho respeitado e reconhecido por todos. Todos mesmo, inclusive por seus colegas de profissão que trabalham nos veículos de imprensa e que às vezes se esquecem que temos todos o mesmo objetivo. Mas isso já é pauta para um outro desabafo&#8230;</p>
<p>P.S.: Amo meu trabalho e minha profissão.</p>
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		<title>Sala de imprensa 2.0</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 23:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[BNB]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais B2B]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisando sobre salas de imprensa para um novo projeto no trabalho, dei de cara com uma ação bem bacana. A novidade foi lançada já há algumas semanas, mas eu ainda não havia visto, nem mesmo entre os milhões de links sobre redes sociais e ações de comunicação que pipocam todos os dias em minha timeline [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/facebook_bnb.jpg" target="_blank" rel="lightbox[323]"><img class="size-medium wp-image-333 alignleft" title="facebook_bnb" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/facebook_bnb-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Pesquisando sobre salas de imprensa para um novo projeto no trabalho, dei de cara com uma ação bem bacana. A novidade foi lançada já há algumas semanas, mas eu ainda não havia visto, nem mesmo entre os milhões de links sobre redes sociais e ações de comunicação que pipocam todos os dias em minha timeline no Twitter. O fato é que o <a href="http://www.bnb.gov.br/content/Aplicacao/Grupo_Principal/Home/conteudo/portalbn.asp" target="_blank">Banco do Nordeste do Brasil (BNB)</a> acaba de entrar nas redes sociais &#8211; segundo o que apurei &#8211; e resolveram inovar: criaram uma <a href="http://www.facebook.com/imprensabnb?v=app_4949752878" target="_blank">Sala de Imprensa no Facebook</a>. Com um design bonito e aproveitando todos os recursos disponíveis na rede social, a sala de imprensa traz desde releases a fotos e vídeos institucionais.</p>
<p>Os releases são disponibilizados, como em toda Fan Page, através das atualizações de status, mas tudo de uma forma dinâmica e funcional, típica das redes sociais. Infelizmente não consegui obter com certeza quem é a agência responsável pela criação, mas imagino que seja a <a href="http://www.motacomunicacao.com.br/default.aspx" target="_blank">Mota Comunicação</a>, que detém a conta do BNB. De qualquer forma, o banco divulgou um release sobre a iniciativa, onde a gerente executiva de imprensa do BNB, Angélica Paiva, falou sobre a estratégia: &#8220;Resolvemos criar uma fan page no Facebook para integrar as demais mídias sociais, ou seja, essa página será o principal ponto de convergência dos canais de presença web, mas também vamos interagir a partir dos perfis no Twitter, YouTube, Flickr e Slideshare&#8221;.</p>
<p>Como a própria Angélica disse, a empresa também mantém perfis no <a href="http://twitter.com/imprensabnb" target="_blank">Twitter</a>, <a href="http://www.youtube.com/user/imprensabancone" target="_blank">Youtube</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/imprensabancone/" target="_blank">Flickr</a> e <a href="http://www.slideshare.net/imprensaBNB" target="_blank">Slideshare</a>.</p>
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		<title>The Big C</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 22:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu indico!]]></category>
		<category><![CDATA[eu indico]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Linney]]></category>
		<category><![CDATA[series]]></category>
		<category><![CDATA[show tv]]></category>
		<category><![CDATA[showtime]]></category>
		<category><![CDATA[the big c]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou em uma fase &#8220;TV zero&#8221;. Quase nada na programação da TV aberta me atrai e, como não tenho TV a cabo, leio críticas e procuro indicações de amigos sobre bons seriados para baixar e assistir em minhas horas vagas (cada vez menores). Uma de minhas últimas boas surpresas foi a serie &#8220;The Big C&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/12/TheBigC_01.jpg" rel="lightbox[309]"><img class="alignleft size-medium wp-image-310" title="TheBigC" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/12/TheBigC_01-300x274.jpg" alt="" width="300" height="274" /></a>Estou em uma fase &#8220;TV zero&#8221;. Quase nada na programação da TV aberta me atrai e, como não tenho TV a cabo, leio críticas e procuro indicações de amigos sobre bons seriados para baixar e assistir em minhas horas vagas (cada vez menores). Uma de minhas últimas boas surpresas foi a serie <a href="http://www.sho.com/site/thebigc/home.do" target="_blank">&#8220;The Big C&#8221;</a>, mais uma indicação da amiga <a href="http://flavianepaiva.com/2010/03/entrevista-nina/" target="_blank">Nina Scafutto</a>. Confesso que quando li a sinopse e algumas críticas (muito mal feitas por sinal) fiquei um pouco desanimada, mas a Nina havia falado tão bem, que resolvi pagar pra ver.</p>
<p>Bom, a serie é tão boa que aqui estou eu indicando a mesma a todos. A emoção transmitida não dá pra descrever e, mesmo que fosse possível, é bem melhor conferir pessoalmente. A serie mistura humor negro com drama e gira em torno de Cathy Jamison, uma professora interpretada brilhantemente por Laura Linney, que descobre que possui um câncer em estágio avançado. A partir do diagnóstico da doença, Cathy, que prefere não se submeter à quimioterapia e a seus horríveis efeitos colaterais, muda seus hábitos e sua vida e passa viver literalmente como se cada dia fosse o seu último.</p>
<p>Não só a personagem principal conquista qualquer espectador, como também os outros personagens da serie são carismáticos na medida ideal. E cada um com seu jeito. Para mim, a segunda personagem mais encantadora é Marlene, a vizinha desconhecida que se torna melhor amiga. Mas o irmão de Cathy, Sean, e o marido Paul também arrancam boas risadas.</p>
<p>Tá&#8230; mas a serie não é um drama? Além das pitadas dramáticas inseridas brilhantemente em cada episódio, considero a última cena do <em>season finale</em> o ponto alto de todos os 13 episódios: uma lição de vida e o despertar do personagem Adam (filho de Cathy).  O que acontece? Aí só assistindo&#8230;</p>
<address><strong>Ficha técnica The Big C</strong></address>
<address>Ano de estreia: 2010</address>
<address>Canal: Showtime</address>
<address>Produtor e roteirista: Darlene Hunt</address>
<address>Elenco: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Laura_Linney" target="_blank">Laura Linney</a>, <span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oliver_Platt" target="_blank">Oliver Platt</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Phyllis_Somerville" target="_blank">Phyllis Somerville</a>, </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gabourey_Sidibe" target="_blank">Gabourey Sidibe</a>, <span>entre outros.</span></address>
<address>2ª temporada confirmada</address>
<address> </address>
<p>Veja o trailer abaixo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6rjwkRWL18Q?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/6rjwkRWL18Q?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Como convencer que &#8220;redes sociais&#8221; não é apenas modismo?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 17:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[objetivos]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O que mais ouço de profissionais de comunicação que estão querendo iniciar o trabalho com redes sociais nas empresas em que trabalham é: &#8220;Como convenço meu diretor (muitas vezes dono da empresa) de que isso não é só brincadeira de adolescente?&#8221;. Bom, como disse no post anterior, não sou especialista (no sentido de ter feito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/12/redes-sociais-e-corporações.jpg" rel="lightbox[296]"><img class="alignleft size-medium wp-image-299" style="margin: 5px; border: 0pt none;" title="redes sociais e corporações" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/12/redes-sociais-e-corporações-188x300.jpg" alt="" width="188" height="300" /></a>O que mais ouço de profissionais de comunicação que estão querendo iniciar o trabalho com redes sociais nas empresas em que trabalham é: <em>&#8220;Como convenço meu diretor (muitas vezes dono da empresa) de que isso não é só brincadeira de adolescente?&#8221;</em>. Bom, como disse no post anterior, não sou especialista (no sentido de ter feito alguma pós na área) ainda no assunto mas, se a intenção é compartilhar experiências, vou enumerar alguns pontos a serem levados em conta ao se fazer uma proposta ao seu gestor ou mesmo a seu cliente (no caso de agências digitais):</p>
<ol>
<li><strong>Primeiro e mais importante argumento:</strong><a href="http://www.midiatismo.com.br/2010/09/sua-empresa-ja-esta-nas-redes-sociais.html" target="_blank"> sua empresa já está nas redes sociais</a>! Faça uma<a href="http://search.twitter.com/" target="_blank"> pesquisa no Twitter</a>, no Orkut e outras redes mais populares, dependendo do seu público alvo &#8211; no caso do B2B, eu acrescentaria o LinkedIn como busca obrigatória. Pesquise também no Google e encontre as menções que já existem à sua empresa ou aos produtos dela. Não importa se são negativos ou positivos, o interessante é mostrar ao decisor que oficialmente ou não a marca dele já está nas redes sociais.</li>
<li>Mostre a atuação de seus concorrentes:<em> &#8220;Eles já estão nas redes sociais? Como trabalham? Qual a relevância desses perfis para eles?&#8221;</em>.</li>
<li>Apresente cases de sucesso de empresas do mesmo segmento que o da sua empresa, mas não necessariamente concorrentes. Não adianta chegar para o dono de uma empresa B2B e mostrar cases de varejo ou mesmo mostrar cases de gigantes como Coca-cola e Starbucks se sua marca não é tão conhecida como essas.</li>
<li>Quais as oportunidades e até mesmo vantagens esse novo projeto poderia trazer para a empresa: <em>&#8220;Relacionamento? Aumento de vendas? Melhor atendimento aos clientes? Promoção de seus produtos? Popularização da sua marca?&#8221;</em>. E como você conseguirá chegar a esse resultado?</li>
<li>Mostre números, resultados de pesquisas relevantes e confiáveis que demonstrem que esses canais não são apenas modismos ou passatempo.</li>
<li><strong>Investimento.</strong><em> &#8220;Quanto sua empresa vai precisar investir para ter uma atuação efetiva?&#8221;</em> É comum responder de imediato: nada! Mas a realidade não é bem essa. É preciso prever custos iniciais como background e customização dos perfis (algumas redes exigem mais do que layout para customizar e é necessário um investimento maior em programação). Há também a manutenção. Se seu negócio é menor e só haverá uma pessoa responsável pelo gerenciamento, é aconselhável uma boa agência digital para ajudar em campanhas, desenvolvimento de aplicativos e <a href="http://midiassociais.blog.br/links/ferramentas-twitter/" target="_blank">métricas</a>.</li>
<li>Já existe alguém na equipe que poderá gerenciar o trabalho com essas mídias na empresa? Apresente essa pessoa &#8211; e sua qualificação (experiência, cursos, interesse, pesquisa, trabalho de conclusão de curso) -  ao decisor e deixe que ela mesma sane todas as dúvidas que possam surgir.</li>
<li>Se seu diretor não conhece as ferramentas, aproveite a reunião para apresentar o projeto e naveque com ele por esses canais. Mostre a ele o potencial das mesmas e a tão falada interação da web 2.0.</li>
</ol>
<p>Essas são apenas algumas sugestões básicas para começar a refletir. De acordo com o grau de resistência é necessário menos ou mais argumentos. Acho válido ressaltar também que as redes sociais realmente não se aplicam a toda empresa e a qualquer negócio, portanto avalie sempre antes se elas se encaixam ao perfil da sua empresa.</p>
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		<title>Redes Sociais B2B</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 15:42:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[B2B]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando comemecei a me interessar por redes sociais e estudar sobre o assunto, sempre admirei cases de grandes empresas como o Doritos, Coca-Cola, entre outros. No entanto, quando realmente vamos trabalhar com essas ferramentas e com &#8220;clientes&#8221; menores é que percebemos a real dificuldade de se inovar e construir um relacionamento com o público. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/12/100863-202.jpg" rel="lightbox[289]"><img class="alignleft size-medium wp-image-291" title="Marketing B2B" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/12/100863-202-295x300.jpg" alt="" width="295" height="300" /></a>Quando comemecei a me interessar por redes sociais e estudar sobre o assunto, sempre admirei cases de grandes empresas como o <a href="http://www.ypsilon2.com/blog/small-talk/sofa-doritos-na-sua-home-o-misterio-por-tras-do-doritos-social-aggregator/" target="_blank">Doritos</a>, <a href="http://www.slideshare.net/pabloaugusto/cocacola-iniciativas-de-marketing-digital" target="_blank">Coca-Cola</a>, entre outros. No entanto, quando realmente vamos trabalhar com essas ferramentas e com &#8220;clientes&#8221; menores é que percebemos a real dificuldade de se inovar e construir um relacionamento com o público.</p>
<p>No <a href="http://www.cead.ufjf.br" target="_blank">CEAD/ UFJF</a> &#8211; primeira empresa onde realmente trabalhei profissionalmente com redes sociais -<a href="http://flavianepaiva.com/2010/02/redes-sociais-e-educacao-a-distancia/" target="_blank"> já era desafiador, mesmo o público sendo ligado a tecnologia e sedento por informações</a> &#8211; alunos de educação a distância. O maior desafio era construir uma conversa com o público, estimulá-los a não somente receber informações, mas também interagir e produzir conteúdo. Parte desse desafio já foi vencido, não por mim, que não trabalho mais lá, mas sim pela excelente equipe que deu continuidade.</p>
<p>Hoje, meu maior desafio é criar um canal de relacionamento entre empresa e clientes, no segmento B2B. Estimular um diretor de uma grande empresa a participar das redes sociais e querer interagir com a marca que represento. Além do público estritamente delimitado, ainda há a faixa de idade. Por mais que o número de pessoas com mais de 30 com perfis em redes sociais venha crescendo, ainda é um público pequeno e pouco interativo. As campanhas em redes sociais ainda são pensadas por algumas agências para atingirem o público de massa ou jovens, o que definitivamente não é o foco do B2B.</p>
<p>A partir de hoje, com a retomada do blog, vou dividir nesse espaço minhas descobertas e ideias sobre o <em>Marketing B2B em redes sociais</em>. Acredito que essa é uma forma de aprender e também de compartilhar experiências com outras pessoas na mesma situação.</p>
<p>Abaixo, um trecho de um filme de 1976, Rede de Intrigas, que reflete a essência das redes sociais. (Indicação de Catia Lassalvia em curso que fiz em São Paulo, na Jump Education).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QgpSsy1c4Oo?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/QgpSsy1c4Oo?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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