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	<title>Flaviane Paiva &#187; Para comunicadores</title>
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		<title>Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 19:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Martha Gabriel]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Tá, eu sei&#8230; o que todo mundo mais ouve hoje em dia são promessas, ainda mais em ano eleitoral. Mas vou tentar fazer com que essa não seja só mais uma promessa que não vai ser cumprida. Agora estou voltando, com força total. Já disse isso no Twitter, mas talvez lá as coisas não voltem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/05/social_networks.jpg" rel="lightbox[276]"><img class="alignleft size-medium wp-image-282" title="social_networks" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/05/social_networks-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>Tá, eu sei&#8230; o que todo mundo mais ouve hoje em dia são promessas, ainda mais em ano eleitoral. Mas vou tentar fazer com que essa não seja só mais uma promessa que não vai ser cumprida. Agora estou voltando, com força total. Já disse isso no Twitter, mas talvez lá as coisas não voltem como eu gostaria que voltasse (problemas maiores, pauta para outro post). Mas aqui, vou fazer força de postar ao menos uma vez por mês.</p>
<p>E voltando com classe, posto aqui no blog uma entrevista com Martha Gabriel, sobre Redes Sociais no mundo corporativo, feita por mim para o <a href="http://www.lg.com.br/maisti/" target="_blank">Mais TI</a>, publicação semanal da <a href="http://www.lg.com.br" target="_blank">LG Sistemas</a> (pra quem não sabe, empresa onde trabalho).</p>
<p>Bem, a entrevista ficou muito grande, mas o conteúdo é bom e vale a pena. Para facilitar, dividi o texto em várias páginas, ok? E vocês podem conferir o original <a href="http://www.lg.com.br/maisti/entrevistas/entrevista.aspx?entrevista=mitos-e-verdades-sobre-redes-sociais&amp;id=9" target="_blank">aqui</a>.</p>
<h2><span style="font-weight: normal;">Mitos e verdades sobre Redes Sociais</span></h2>
<h4><span style="font-weight: normal;">Ao longo de 2009 e 2010 os assuntos Redes e Mídias Sociais têm sido amplamente discutidos na mídia e também dentro das empresas. Mas afinal, o que são essas ferramentas? Quais são seus benefícios? Onde e por que usá-las? A CIO da NMD New Media Developers, Martha Gabriel, nos responde essas questões e esclarece outras dúvidas e mitos relativos a esse tema.</span></h4>
<p><em> </em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-279" title="009-martha-gabriel" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/05/009-martha-gabriel.jpg" alt="" width="140" height="140" /></p>
<p><em>Engenheira (Unicamp), pós-graduada em Marketing (ESPM) e em Design Gráfico (Belas Artes, </em></p>
<p><em>SP), mestre e doutoranda em Artes (ECA/USP), <strong>Martha Gabriel </strong>é CIO da NMD New Media Developers e professora dos cursos de MBA da BSP Business School São Paulo, Anhembi Morumbi e UFPR. É também palestrante e autora de artigos em diversos congressos no Brasil e no exterior e autora de dois livros de marketing digital, sendo o mais recente o &#8220;SEM e SEO &#8211; Dominando o Marketing de Busca&#8221; (Novatec, 2009).<a href="http://www.martha.com.br/" target="_blank">www.martha.com.br</a> / Twitter: <a href="http://twitter.com/@marthagabriel" target="_blank">@marthagabriel</a></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>LG: Redes sociais são ferramentas relativamente novas, principalmente no meio corporativo. O que pode ser considerado “redes sociais” e quais podem ser suas funções para esse público específico?</strong></p>
<p><strong>Martha:</strong> Redes sociais são grupos de pessoas que se relacionam compartilhando algum interesse em comum, como amizade, negócios, hobbies etc. Mídias sociais são os conteúdos compartilhados pelas pessoas nas redes sociais. Assim, Orkut, LinkedIn, Facebook, Twitter etc., não são redes sociais e sim plataformas de redes sociais onde são geradas e compartilhadas as mídias sociais. As redes sociais remontam à pré-história, no entanto, a evolução das tecnologias digitais de informação e comunicação na última década causou, simultaneamente, dois fenômenos sem precedentes na história da humanidade: a) colapso total de tempo e espaço, possibilitando, assim, que virtualmente qualquer pessoa, em qualquer lugar do planeta, possa se relacionar em qualquer instante com qualquer outra pessoa na face da Terra, eliminando fronteiras físicas e temporais na formação das redes sociais; b) multiplicidade gigantesca de plataformas de geração e compartilhamento de conteúdos sociais - as mídias sociais -, fomentando a produção e distribuição desses conteúdos em escala vertiginosa. Esses dois fenômenos catalisam a proliferação de redes e mídias sociais digitais transformando o cenário sócio-econômico de forma intensa.</p>
<p>Pensando no público corporativo, as redes sociais frequentadas por seus colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros, prospects, e quaisquer outros públicos relacionados com a organização são redes sociais importantes a serem consideradas. Onde estão as pessoas do seu negócio são redes sociais importantes para a empresa. Além das redes sociais mais populares como Orkut, Facebook, Twitter, LinkedIn, Youtube, SlideShare etc., existem muitas redes sociais menores focadas em interesses mais específicos. Muitas vezes, as grandes oportunidades estão nessas redes menos genéricas, mas mais alinhadas com o negócio da empresa. Por exemplo, fóruns de tecnologia podem ser muito mais interessantes como rede social para uma empresa que lida com tecnologia do que eventualmente o Orkut.</p>
<p>Outro tipo de rede social interessante a ser considerada pelas empresas, principalmente as de grande porte, são as redes sociais internas. Muitas empresas têm substituído o formato engessado e centralizado de alguns softwares de intranet e adotado o formato mais aberto e orgânico de plataforma de redes sociais nas suas redes internas. Isso é muito interessante e, se bem implementado, pode realmente fomentar a colaboração interna na empresa, criando valor para todos.</p>
<p><em>Continue lendo&#8230;</em></p>
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		<title>Questão de opinião</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 00:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autorais]]></category>
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		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje tive a felicidade de ler um post da quase jornalista Ariane Fonseca, falando sobre ideologia no jornalismo. O texto é impecável, como todos que ela posta. Mas me chamou a atenção os textos publicados nos &#8220;Comentários&#8221;.
Entre muitas coisas que aprendi com a faculdade de jornalismo, aprendi também que jornalista não é dono da verdade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/opiniao.jpg" rel="lightbox[233]"><img class="alignleft size-medium wp-image-237" title="opiniao" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/opiniao-241x300.jpg" alt="" width="241" height="300" /></a>Hoje tive a felicidade de ler um <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/ideologia-eu-quero-uma-para-viver" target="_blank">post</a> da quase jornalista <a href="http://twitter.com/arianef" target="_blank">Ariane Fonseca</a>, falando sobre ideologia no jornalismo. O texto é impecável, como todos que ela posta. Mas me chamou a atenção os textos publicados nos &#8220;Comentários&#8221;.</p>
<p>Entre muitas coisas que aprendi com a faculdade de jornalismo, aprendi também que jornalista não é dono da verdade, nem sabe tudo. Jornalista também não é superior a ninguém e não sabe tudo que acontece em todas as mídias. Ok, mas por que estou dizendo isso? Simples! Porque estou cansada de ouvir colegas de profissão criando teorias sobre conspirações, domínios e afins. Eu não sou burra nem ingênua de não saber que existem linhas editoriais e assuntos proibidos em cada veículo (sim, cada. Não tenho números oficiais, mas acredito que todo veículo, pequeno ou grande, sabe o que lhe engrandece ou prejudica). No entanto, vejo que muitos chegam a extremos: boicote a tal canal ou revista, ódios contra países, músicas e estereótipos. Chegam mesmo a recriminar jornalistas que não possuem as mesmas opiniões de esquerda, cults ou o que for (não é só hipótese. Ontem mesmo me relataram um caso assim. Ouvi do próprio recriminado. E mesmo minha turma, que se formou a pouco tempo, é recriminada por muitos por ter gostos digamos&#8230; populares!).</p>
<p>Me entristece constatar essa realidade e saber que o universo dos jornalistas está cheio de pessoas preconceituosas e com visão de mundo fechada. Acredito que uma coisa que jornalista precisa ser é aberto a novos conhecimentos, culturas e assuntos. Se não for assim, como trabalhar isento de pré-conceitos e  opiniões? Voltando aos veículos, não acredito e não quero acreditar que tudo que existe é manipulado. Não vou pilhar nessa história de <em>Não confie em ninguém!</em>. Acho que apesar das linhas editoriais, a maioria dos veículos fazem jornalismo sério. Alguns assuntos podem não ser explorados como deviam, mas compensam em outros temas. O que fazer? Ora, mude de canal quando passar uma matéria manipuladora da Globo sobre governo, assista as excelentes matérias sobre saúde do Globo Repórter e PARE de dizer que todos os problemas deixariam de existir se a Globo falisse! <em>#prontofalei</em>.</p>
<p>Desculpem a indignação, mas rótulos me incomodam muito. Outro dia me criticaram no <a href="http://twitter.com/FlavianePaiva" target="_blank">twitter</a> por emitir minha opinião sobre <a href="http://bbb.globo.com/" target="_blank">Big Brother Brasil</a> (BBB) e um participante. Qual é? Jornalista não tem momentos de se distrair? Não posso ver BBB, novela, desenho animado, chaves; ouvir axé, Xuxa, sertanejo e MPB e fazer o que mais EU quiser porque tenho um diploma de jornalismo? Me desculpem, mas acho que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Se não estou representando uma instituição, se estou em um momento de folga, posso fazer e falar o que eu quiser. E tenho certeza (dessa vez nem é acredito), que antes de criticarmos qualquer coisa, temos que conhecer. Nem tudo é 100% ruim ou bom.</p>
<p>Ufa, acho que por agora acabei.  Desculpem o post imenso de hoje, geralmente não faço isso, mas esse não teve outra forma.</p>
<p>Ah! E sei que vai ser polêmico, mas adoro uma boa discussão, desde que com boas argumentações.</p>
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		<title>Redes Sociais e Educação a Distância</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 23:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[EAD]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos que me conhecem ou acompanham esse blog sabem como sou apaixonada pelas novas mídias. O que talvez nem todos saibam é o quanto estou interessada no mercado de Educação a Distância (EAD). Vejo que ele promete não só revolucionar a educação, mas também estimular os profissionais de comunicação a usarem funcionalmente os recursos ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_230" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/stoa.jpg" rel="lightbox[229]"><img class="size-medium wp-image-230" title="stoa" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/stoa-300x153.jpg" alt="" width="300" height="153" /></a><p class="wp-caption-text">Stoa - rede social da Universidade de São Paulo</p></div>
<p>Todos que me conhecem ou acompanham esse blog sabem como sou apaixonada pelas novas mídias. O que talvez nem todos saibam é o quanto estou interessada no mercado de Educação a Distância (EAD). Vejo que ele promete não só revolucionar a educação, mas também estimular os profissionais de comunicação a usarem funcionalmente os recursos ao nosso alcance, para integrarmos alunos, professores e Instituições de Ensino.</p>
<p>Nos últimos dias, tenho desenvolvido alguns projetos visando justamente essa integração para a instituição em que trabalho. E procurando referenciais me deparei com a <a href="http://stoa.usp.br/" target="_blank">Stoa</a>: uma rede social para alunos de EAD da USP. Já na página inicial há 3 alternativas: Meio acadêmico (Plataforma Moodle), Social (página da Stoa onde cada aluno pode ter seu blog, postar mensagens, vídeos e compartilhar todo esse conteúdo) ou Wiki (aplicativo vinculado a <a href="http://pt.wikipedia.org/" target="_blank">Wikipédia</a>, onde são construídos uma série de verbetes de forma colaborativa).</p>
<p>Pode parecer óbvio, mas a maioria das Instituições tem páginas diferentes para cada funcionalidade. A plataforma em um endereço, o site da própria instituição em outro e diversos aplicativos espalhados pela web. Isso dificulta a aprendizagem de alguns alunos, já que grande parte são de cidades menores, onde a cultura da internet ainda engatinha. São alunos simples, humildes, muitas vezes com acesso a computadores e internet somente no Polo de Apoio Presencial de cada cidade.</p>
<p>Essa integração é pioneira no Brasil (desde 2007) e veio se aperfeiçoando desde então. Foi inspirada no <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a>, criado para conectar alunos e professores de Harvard, mas se diferenciou na medida em que deixou de ser uma ferramenta de comunicação para se tornar também pedagógica.</p>
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		<title>Link Zero</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 01:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu indico!]]></category>
		<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, hoje uni duas seções do blog uma indicação muito útil.
Para os recém formados ou até mesmo para os que já estão no mercado há algum tempo mas querem um novo emprego, o blog Link  Zero, escrito por Alexandre Sena, dá uma mãozinha. Diariamente ele posta vagas de emprego procurando jornalistas em todo país.
Além das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alexandresena.jor.br/linkzero/"><img class="alignleft size-medium wp-image-219" title="linkzero" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2009/12/linkzero-254x300.jpg" alt="linkzero" width="254" height="300" /></a>Bem, hoje uni duas seções do blog uma indicação muito útil.</p>
<p>Para os recém formados ou até mesmo para os que já estão no mercado há algum tempo mas querem um novo emprego, o blog <a href="http://alexandresena.jor.br/linkzero/">Link  Zero</a>, escrito por Alexandre Sena, dá uma mãozinha. Diariamente ele posta vagas de emprego procurando jornalistas em todo país.</p>
<p>Além das vagas do blog, ainda há as que ele disponibiliza no <a href="http://www.twitter.com/link_zero">twitter</a>. Uma boa pedida e excelente ajuda aos que ainda não encontraram o emprego dos sonhos, se é que ele existe!</p>
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		<title>Jornalistas e jornalistas</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 02:39:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autorais]]></category>
		<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mailing]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa história de todo mundo se achar jornalista existe não é de hoje. Muito antes dessa não exigência do diploma para atuar na profissão, pessoas sem nenhum estudo específico na área já atuavam como radialistas, jornalistas e assessores, principalmente nos cantões do país. Trabalhando com assessoria de imprensa em meu estágio, ficou claro como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-156" title="jornalista" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2009/09/jornalista.jpg" alt="jornalista" width="230" height="173" />Essa história de todo mundo se achar jornalista existe não é de hoje. Muito antes dessa não exigência do diploma para atuar na profissão, pessoas sem nenhum estudo específico na área já atuavam como radialistas, jornalistas e assessores, principalmente nos cantões do país. Trabalhando com assessoria de imprensa em meu estágio, ficou claro como o assessorado sofre com a falta de preparo dos &#8220;profissionais&#8221;. Precisei atualizar o mailing de imprensa de várias cidades que atingimos e para facilitar o meu trabalho, decidi entrar em contato com os assessores de imprensa das prefeituras (imaginei que eles já possuíssem um mailing com dados de imprensa local e regional).</p>
<p>Ficou nítida a diferença entre os jornalistas e os que se dizem jornalistas. Algumas cidades simplesmente não possuíam nenhum tipo de contato com a imprensa local. Veja que nesse caso estamos falando de assessorias de prefeituras. Como esses &#8220;profissionais&#8221; não encaminham releases aos veículos para que divulguem as ações da prefeitura? É claro que a maioria dos contatos foi positivo e consegui excelentes dados com os colegas de profissão. E não custa lembrar que, mesmo recebendo de fontes confiáveis, é recomendável checar cada email, através do telefone, diretamente com o veículo, para evitar que os releases corram o risco de não chegar a imprensa.</p>
<blockquote><p>O mailing (relação de jornalistas) ao qual esses materiais podem ser encaminhados é informado ao assessorado, que, por sua vez, deve ficar à vontade para indicar contatos pessoais de jornalistas ou veículos de comunicação que julgue interessante, para montagem de um mailing em conjunto.</p>
<p style="text-align: right;">KOPPLIN, Elisa e FERRARETO, Luiz Artur. Assessoria de imprensa – teoria e prática. Porto Alegre: Sagra-DC Luzzato, 1996.</p>
<p style="text-align: right;">
</blockquote>
<p style="text-align: left;">Essa citação nos lembra também da boa relação que deveria existir entre os profissionais. E isso também é muito claro na diferenciação de verdadeiros jornalistas. Quem realmente estudou para atuar nessa área é sempre solícito, já algumas pessoas&#8230;</p>
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		<title>Ortografa!</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 21:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ortografia]]></category>
		<category><![CDATA[português]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova ortografia ainda gera dúvidas em muitas pessoas. Fazendo um texto para um processo trainee e depois revisando o mesmo, me deparei com algumas dúvidas e fui procurar ajuda. Assim encontrei o Ortografa!. Um corretor ortográfico online, já adaptado as novas regras do português.
É simples de ser utilizado. Basta colar o texto a ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ortografa.com.br/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-128" title="ortografa" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2009/09/ortografa-150x150.jpg" alt="ortografa" width="200" height="200" /></a>A nova ortografia ainda gera dúvidas em muitas pessoas. Fazendo um texto para um processo trainee e depois revisando o mesmo, me deparei com algumas dúvidas e fui procurar ajuda. Assim encontrei o <a href="http://www.ortografa.com.br/">Ortografa!</a>. Um corretor ortográfico online, já adaptado as novas regras do português.</p>
<p>É simples de ser utilizado. Basta colar o texto a ser revisado na caixa e clicar em &#8220;ortografa&#8221;. E pronto! O texto sai revisado e dentro das novas regras. Claro que como todo software tem falhas, então não custa dar uma nova revisada em seu texto.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Splashup</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 01:35:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[edição]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[photoshop]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem trabalha com edição de imagens e depende de programas como o Photoshop, com certeza já passou por momentos de raiva quando a licença expirou ou ele simplesmente travou e não quis salvar! Bem, se não aconteceu com você ainda, fique feliz. Comigo sempre acontece. Mas existem alternativas, inclusive online. Uma delas é o Splashup. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.splashup.com/"><img class="alignleft size-full wp-image-117" title="photoshop_online" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2009/09/photoshop_online.JPG" alt="photoshop_online" width="199" height="168" /></a>Quem trabalha com edição de imagens e depende de programas como o Photoshop, com certeza já passou por momentos de raiva quando a licença expirou ou ele simplesmente travou e não quis salvar! Bem, se não aconteceu com você ainda, fique feliz. Comigo sempre acontece. Mas existem alternativas, inclusive online. Uma delas é o <a href="http://www.splashup.com/">Splashup</a>. Um editor de fotos com a maioria das ferramentas do Photoshop.</p>
<p>Além da interface simples e muito parecida com a do programa original, o Splashup ainda permite editar fotos diretamente do seu Flickr, Picasa, Facebook e outras redes. Muito útil, principalmente como quebra-galho!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Imagens gratuitas</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 01:57:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para quem trabalha com comunicação em geral, como eu, e não está em uma grande agência com fotógrafos ou dinheiro para comprar direitos de imagens, existem opções de alguns sites com fotos de qualidade e gratuitas.
Estes bancos de imagens gratuitas podem ser muito úteis, pois normalmente trazem imagens com uma qualidade superior a aquelas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_101" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-medium wp-image-101 " title="fotografia" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2009/09/fotografia-300x300.jpg" alt="fotografia" width="200" height="200" /><p class="wp-caption-text">Essa foto foi tirada do Photoexpress</p></div>
<p>Para quem trabalha com comunicação em geral, como eu, e não está em uma grande agência com fotógrafos ou dinheiro para comprar direitos de imagens, existem opções de alguns sites com fotos de qualidade e gratuitas.</p>
<p>Estes bancos de imagens gratuitas podem ser muito úteis, pois normalmente trazem imagens com uma qualidade superior a aquelas que encontramos nas buscas convencionais (como no google).  Com um cadastro rápido, você consegue imagens de alta qualidade e sem nenhuma marca d&#8217;água. Abaixo, 10 sites com imagens gratuitas.</p>
<p><strong>1-</strong> <a style="color: #2244bb;" href="http://www.imageplus.com/" target="_blank">Imageplus</a><br />
<strong>2-</strong> <a style="color: #2244bb;" href="http://www.photoxpress.com/" target="_blank">PhotoXpress</a><br />
<strong>3-</strong> <a style="color: #2244bb;" href="http://www.picapp.com/" target="_blank">PicApp</a><br />
<strong>4-</strong> <a style="color: #2244bb;" href="http://www.everystockphoto.com/" target="_blank">Everystockphoto</a><br />
<strong>5-</strong><a style="color: #2244bb;" href="http://www.stockvault.net/" target="_blank"> Stockvault</a><br />
<strong>6-</strong> <a style="color: #2244bb;" href="http://freerangestock.com/" target="_blank">Freerangestock</a><br />
<strong>7-</strong> <a style="color: #2244bb;" href="http://www.freedigitalphotos.net/" target="_blank">Freedigitalphotos</a><br />
<strong>8-</strong> <a style="color: #2244bb;" href="http://www.photogen.com/" target="_blank">Photogen</a><br />
<strong>9-</strong><a style="color: #2244bb;" href="http://www.turbophoto.com/" target="_blank"> Turbophoto</a><br />
<strong>10-</strong> <a style="color: #2244bb;" href="http://www.fotoglif.com/" target="_blank">Fotoglif</a></p>
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