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	<title>Flaviane Paiva &#187; Para comunicadores</title>
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		<title>Assessoria Digital</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 02:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há duas semanas fiz um curso em Goiânia sobre Assessoria Digital, na Ascenda, com o profissional Rodrigo Capella. Confesso que fui achando que não veria muita novidade e que, como na maior parte desses cursos, fosse ver mais gerenciamento de redes sociais (incluindo o &#8220;feijão com arroz&#8221;) do que algum conceito específico de assessoria. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/04/iPad.jpg" rel="lightbox[354]"><img class="alignleft size-medium wp-image-360" style="margin: 4px;" title="© Copyright 2010 CorbisCorporation" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/04/iPad-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Há duas semanas fiz um curso em Goiânia sobre Assessoria Digital, na <a href="http://ascenda.com.br/" target="_blank">Ascenda</a>, com o profissional <a href="http://printerview.wordpress.com/" target="_blank">Rodrigo Capella</a>. Confesso que fui achando que não veria muita novidade e que, como na maior parte desses cursos, fosse ver mais gerenciamento de redes sociais (incluindo o &#8220;feijão com arroz&#8221;) do que algum conceito específico de assessoria. Mas para minha felicidade, me enganei!</p>
<p>O curso foi totalmente voltado para assessoria de imprensa. E não me refiro aquela velha assessoria, onde bastava um <em>release</em>, um fax (sim, fax! Muito jornalista ainda usa e não abre mão) e uma lista de contatos, não! Me refiro à nova assessoria, onde o release é só um dos componentes da ação.</p>
<p><strong>Inovações digitais</strong></p>
<p>Uma das novidades apresentadas é o <a href="http://www.comremix.com.br/o-social-media-release-que-bicho-e-esse" target="_blank">Social Media Press Release (SMPR)</a>. Basicamente é uma forma inovadora e condizente com as novas mídias de se organizar as informações em um release. Algumas empresas optam por plataformas específicas, onde o jornalista interessado naquela marca pode até mesmo assinar um RSS para saber quando novos releases forem publicados, sem ter que aguardar um e-mail. A <a href="http://rmacomunicacao.com.br/" target="_blank">RMA Comunicação e Negócios</a>, além de adotar o modelo, ainda fez um <a href="http://rmacomunicacao.com.br/2009/02/a-chegada-do-social-media-release/" target="_blank">post explicando muito bem todas essas mudanças</a> (detalhe para os comentários, onde os jornalistas aprovam o novo modelo).</p>
<p>Há ainda outras novidades, como o vídeo release. No &#8220;<a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=575TVQ003" target="_blank">Observatório da Imprensa&#8221; tem um artigo</a> bem completo, explicando muito bem as aplicações e a importância desse material. É claro que um vídeo release não terá saída em um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornal_Nacional" target="_blank">Jornal Nacional</a>, por exemplo, como muitos questionam. Na minha opinião, é uma excelente ferramenta para blogs e para veículos web, principalmente os especializados na área de atuação do assessorado. Outro fator que vai tornar mais ou menos relevante esse tipo de material é o tipo de negócio do assessorado. Óbvio que os temas mais tratados na web terão uma aceitação maior. Abaixo, um exemplo de vídeo release, o lançamento de um novo CD da cantora Adriana Godoy.</p>
<p>Muitos outros conceitos foram expostos no curso, mas falo mais sobre isso em outro post.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object width="640" height="390"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ggG8FY3bBlY?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/v/ggG8FY3bBlY?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div class="shr-publisher-354"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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		<title>A magia do Kinect</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 17:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nunca fui viciada em vídeo-games. Sempre gostei, como qualquer outra pessoa da minha idade. Acompanhei avanços. Meu primeiro vídeo-game era um atari, isso na época em que o super nintendo já era um sucesso. O atari era herança de um tio (apenas alguns anos mais velho que eu) que havia ganhado o nintendo e cedido o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/kinect.jpg" rel="lightbox[344]"><img class="alignleft size-medium wp-image-347" title="kinect" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/kinect-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Nunca fui viciada em vídeo-games. Sempre gostei, como qualquer outra pessoa da minha idade. Acompanhei avanços. Meu primeiro vídeo-game era um atari, isso na época em que o super nintendo já era um sucesso. O atari era herança de um tio (apenas alguns anos mais velho que eu) que havia ganhado o nintendo e cedido o velho atari aos sobrinhos. Mas logo o atari perdeu espaço e todos estavam mesmo viciados no Super Mario Bross. Não conheço nenhuma pessoa da minha geração que nunca o tenha jogado. Era a diversão da família: todos os primos se reuniam nas férias para &#8220;zerar&#8221; o super mario. E aí chegou a super geração do Play Station. Nesse, meu favorito era o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IPqiR0VHz6g&amp;feature=related" target="_blank">Crash Bandicoot</a>, como a maioria das mulheres, gosto de jogos de plataforma e aventura. Hoje em dia, aqui em casa temos um PS3. E agora, com ele desbloqueado, nos divertimos jogando com personagens que mais parecem atores de filmes, controlados por nós.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1GN-OmsRcbY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/1GN-OmsRcbY?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>No entanto, já há alguns meses, me senti atraída por um brinquedo como não acontecia desde o Super Mario: o <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/11/sistema-kinect-que-usa-corpo-como-joystick-chega-ao-brasil-por-r-600.html" target="_blank">kinect</a>. Mesmo lendo a respeito e imaginando como seria o tal jogo, só ontem consegui realmente entender a inovação que estamos vivendo. Claro que tudo começou com o Wii, mas acho que o kinect veio pra ficar e a tendência é só melhorar. O vídeo-game não lê apenas seus movimentos, mas também a intensidade deles. Ele consegue identificar a força com a qual você está jogando uma bola de boliche, por exemplo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nee86i_vInE?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/nee86i_vInE?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E fico imaginando&#8230; qual sempre foi a crítica de especialistas sobre vídeo-games e, até mesmo, computadores? O ócio e o isolamento causado por essas ferramentas. Pois bem, o kinect conseguiu combater os dois defeitos. Os jogos são tão estimulantes e divertidos que é possível se fazer horas de diversos exercícios físicos sem se cansar. E nada mais bacana do que reunir os amigos para assistir e jogar junto. Eu pensei muito sobre por que é tão bom &#8211; mesmo estando com o corpo dolorido hoje por ter jogado muito ontem, eu jogaria por horas hoje novamente. Acredito que é como quando éramos crianças. Não sei se era uma brincadeira comum a todos, mas na minha infância brincávamos muito de inventar histórias e sermos heróis ou bandidos. Imaginávamos cenários, nos escondíamos de ninguém e brincávamos por horas seguidas, cada um com seu &#8220;personagem&#8221;. Pra mim o kinect é a evolução dessa brincadeira: ele faz os cenários para você e te leva pra dentro dela.  Você não mais controla um avatar. Agora você é um avatar.</p>
<p><strong>Aplicações profissionais</strong></p>
<p>Deixando a parte da diversão e do encantamento de lado, acredito que em pouco tempo teremos utilidades diversificadas para esse &#8220;brinquedinho&#8221;. Imaginem se um stand de um produto qualquer &#8211; apartamento, carro, outros brinquedos, óculos &#8211; ao invés de lhe mostrar o produto e te dar um monte de papel contando as maravilhas que o aquele vendedor diz que o produto tem nós pudéssemos experimentar como é. Através de algo semelhante ao kinect, pudéssemos entrar em um apartamento que ainda não foi construído, andar dentro dele, visualizar cada detalhe.</p>
<p>Tá, foi só uma ideia. Mas acredito que, o campo da comunicação e da publicidade, que são muito criativos, com certeza iriam criar ações muito interessantes a partir desse vídeo-game. E com isso, vender um produto ou serviço poderia ser muito mais fácil, se ele realmente fosse bom, claro&#8230;</p>
<p>Até por que, já pensaram em usos muitos mais complexos do que esse que estou sugerindo: &#8220;<a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/kinect-e-hackeado-para-cirurgia-a-distancia-19012011-21.shl" target="_blank">Kinect é hackeado para cirurgias a distância</a>&#8220;</p>
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		<title>Qual o papel da Comunicação?</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 15:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje está sendo um dia atípico. Humor ligeiramente abalado por vários motivos junto com pequenos episódios que me fizeram repensar algumas coisas, incluindo &#8220;Qual o papel da Comunicação em uma empresa?&#8221;. Bom, acho que há vários papéis e eles variam ou se juntam dependendo da empresa em que você atua. Endomarketing, publicidade e propaganda, marketing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/escrever.jpg" rel="lightbox[340]"><img class="alignleft size-full wp-image-342" title="escrever" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/escrever.jpg" alt="" width="262" height="261" /></a>Hoje está sendo um dia atípico. Humor ligeiramente abalado por vários motivos junto com pequenos episódios que me fizeram repensar algumas coisas, incluindo <em>&#8220;Qual o papel da Comunicação em uma empresa?&#8221;</em>.</p>
<p>Bom, acho que há vários papéis e eles variam ou se juntam dependendo da empresa em que você atua. Endomarketing, publicidade e propaganda, marketing digital, jornalismo, relações públicas, eventos&#8230; Essas são algumas das funções que um departamento de comunicação comumente desenvolvem.</p>
<p>Um dos maiores problemas encontrado é achar uma boa solução para &#8220;agradar&#8221; a todos nossos fornecedores e clientes internos e externos: recursos humanos (quando o endomarketing fica na comunicação), tecnologia, comercial (nosso principal cliente em muitas empresas), agência de publicidade e digital, diretoria e todos os funcionários. Não conheço nenhum lugar onde não haja problema com pelo menos um desses citados anteriormente e diante disso, me questiono: <em>qual o nosso papel?</em></p>
<p>Ora, em uma empresa onde o arroz com feijão é feito incrivelmente bem, o que é melhor? Continuar fazendo o arroz com feijão e tentar inovar no tempeiro ou optar por fazer ao menos um strogonoff, mas comprar briga por isso? Como comunicadores, devemos sugerir mudanças ou somente atender baixíssimas expectativas calados? Inovar é preciso?</p>
<p>Eu não sou de desistir facilmente de minhas ideias e acredito que já colhi bons frutos por isso, mas acho que, assim como eu, muitos profissionais estão pensando em desistir de lutar por inovação em nossa área. Seja por falta de incentivo, por barrreiras ou mesmo por comodidade.</p>
<p>Talvez essa não seja uma realidade de muitas empresas&#8230; é, talvez&#8230; Na verdade torço por isso, torço para que a cada dia o profissional de comunicação responsável <strong>somente</strong> pelo relacionamento com o cliente, imagem da empresa tanto diante do público externo quanto interno, fornecer criatividade e solucionar problemas, seja realmente valorizado e tenha seu trabalho respeitado e reconhecido por todos. Todos mesmo, inclusive por seus colegas de profissão que trabalham nos veículos de imprensa e que às vezes se esquecem que temos todos o mesmo objetivo. Mas isso já é pauta para um outro desabafo&#8230;</p>
<p>P.S.: Amo meu trabalho e minha profissão.</p>
<div class="shr-publisher-340"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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		<title>Sala de imprensa 2.0</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 23:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisando sobre salas de imprensa para um novo projeto no trabalho, dei de cara com uma ação bem bacana. A novidade foi lançada já há algumas semanas, mas eu ainda não havia visto, nem mesmo entre os milhões de links sobre redes sociais e ações de comunicação que pipocam todos os dias em minha timeline [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/facebook_bnb.jpg" target="_blank" rel="lightbox[323]"><img class="size-medium wp-image-333 alignleft" title="facebook_bnb" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2011/01/facebook_bnb-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Pesquisando sobre salas de imprensa para um novo projeto no trabalho, dei de cara com uma ação bem bacana. A novidade foi lançada já há algumas semanas, mas eu ainda não havia visto, nem mesmo entre os milhões de links sobre redes sociais e ações de comunicação que pipocam todos os dias em minha timeline no Twitter. O fato é que o <a href="http://www.bnb.gov.br/content/Aplicacao/Grupo_Principal/Home/conteudo/portalbn.asp" target="_blank">Banco do Nordeste do Brasil (BNB)</a> acaba de entrar nas redes sociais &#8211; segundo o que apurei &#8211; e resolveram inovar: criaram uma <a href="http://www.facebook.com/imprensabnb?v=app_4949752878" target="_blank">Sala de Imprensa no Facebook</a>. Com um design bonito e aproveitando todos os recursos disponíveis na rede social, a sala de imprensa traz desde releases a fotos e vídeos institucionais.</p>
<p>Os releases são disponibilizados, como em toda Fan Page, através das atualizações de status, mas tudo de uma forma dinâmica e funcional, típica das redes sociais. Infelizmente não consegui obter com certeza quem é a agência responsável pela criação, mas imagino que seja a <a href="http://www.motacomunicacao.com.br/default.aspx" target="_blank">Mota Comunicação</a>, que detém a conta do BNB. De qualquer forma, o banco divulgou um release sobre a iniciativa, onde a gerente executiva de imprensa do BNB, Angélica Paiva, falou sobre a estratégia: &#8220;Resolvemos criar uma fan page no Facebook para integrar as demais mídias sociais, ou seja, essa página será o principal ponto de convergência dos canais de presença web, mas também vamos interagir a partir dos perfis no Twitter, YouTube, Flickr e Slideshare&#8221;.</p>
<p>Como a própria Angélica disse, a empresa também mantém perfis no <a href="http://twitter.com/imprensabnb" target="_blank">Twitter</a>, <a href="http://www.youtube.com/user/imprensabancone" target="_blank">Youtube</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/imprensabancone/" target="_blank">Flickr</a> e <a href="http://www.slideshare.net/imprensaBNB" target="_blank">Slideshare</a>.</p>
<div class="shr-publisher-323"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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		<title>Como convencer que &#8220;redes sociais&#8221; não é apenas modismo?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 17:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que mais ouço de profissionais de comunicação que estão querendo iniciar o trabalho com redes sociais nas empresas em que trabalham é: &#8220;Como convenço meu diretor (muitas vezes dono da empresa) de que isso não é só brincadeira de adolescente?&#8221;. Bom, como disse no post anterior, não sou especialista (no sentido de ter feito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/12/redes-sociais-e-corporações.jpg" rel="lightbox[296]"><img class="alignleft size-medium wp-image-299" style="margin: 5px; border: 0pt none;" title="redes sociais e corporações" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/12/redes-sociais-e-corporações-188x300.jpg" alt="" width="188" height="300" /></a>O que mais ouço de profissionais de comunicação que estão querendo iniciar o trabalho com redes sociais nas empresas em que trabalham é: <em>&#8220;Como convenço meu diretor (muitas vezes dono da empresa) de que isso não é só brincadeira de adolescente?&#8221;</em>. Bom, como disse no post anterior, não sou especialista (no sentido de ter feito alguma pós na área) ainda no assunto mas, se a intenção é compartilhar experiências, vou enumerar alguns pontos a serem levados em conta ao se fazer uma proposta ao seu gestor ou mesmo a seu cliente (no caso de agências digitais):</p>
<ol>
<li><strong>Primeiro e mais importante argumento:</strong><a href="http://www.midiatismo.com.br/2010/09/sua-empresa-ja-esta-nas-redes-sociais.html" target="_blank"> sua empresa já está nas redes sociais</a>! Faça uma<a href="http://search.twitter.com/" target="_blank"> pesquisa no Twitter</a>, no Orkut e outras redes mais populares, dependendo do seu público alvo &#8211; no caso do B2B, eu acrescentaria o LinkedIn como busca obrigatória. Pesquise também no Google e encontre as menções que já existem à sua empresa ou aos produtos dela. Não importa se são negativos ou positivos, o interessante é mostrar ao decisor que oficialmente ou não a marca dele já está nas redes sociais.</li>
<li>Mostre a atuação de seus concorrentes:<em> &#8220;Eles já estão nas redes sociais? Como trabalham? Qual a relevância desses perfis para eles?&#8221;</em>.</li>
<li>Apresente cases de sucesso de empresas do mesmo segmento que o da sua empresa, mas não necessariamente concorrentes. Não adianta chegar para o dono de uma empresa B2B e mostrar cases de varejo ou mesmo mostrar cases de gigantes como Coca-cola e Starbucks se sua marca não é tão conhecida como essas.</li>
<li>Quais as oportunidades e até mesmo vantagens esse novo projeto poderia trazer para a empresa: <em>&#8220;Relacionamento? Aumento de vendas? Melhor atendimento aos clientes? Promoção de seus produtos? Popularização da sua marca?&#8221;</em>. E como você conseguirá chegar a esse resultado?</li>
<li>Mostre números, resultados de pesquisas relevantes e confiáveis que demonstrem que esses canais não são apenas modismos ou passatempo.</li>
<li><strong>Investimento.</strong><em> &#8220;Quanto sua empresa vai precisar investir para ter uma atuação efetiva?&#8221;</em> É comum responder de imediato: nada! Mas a realidade não é bem essa. É preciso prever custos iniciais como background e customização dos perfis (algumas redes exigem mais do que layout para customizar e é necessário um investimento maior em programação). Há também a manutenção. Se seu negócio é menor e só haverá uma pessoa responsável pelo gerenciamento, é aconselhável uma boa agência digital para ajudar em campanhas, desenvolvimento de aplicativos e <a href="http://midiassociais.blog.br/links/ferramentas-twitter/" target="_blank">métricas</a>.</li>
<li>Já existe alguém na equipe que poderá gerenciar o trabalho com essas mídias na empresa? Apresente essa pessoa &#8211; e sua qualificação (experiência, cursos, interesse, pesquisa, trabalho de conclusão de curso) -  ao decisor e deixe que ela mesma sane todas as dúvidas que possam surgir.</li>
<li>Se seu diretor não conhece as ferramentas, aproveite a reunião para apresentar o projeto e naveque com ele por esses canais. Mostre a ele o potencial das mesmas e a tão falada interação da web 2.0.</li>
</ol>
<p>Essas são apenas algumas sugestões básicas para começar a refletir. De acordo com o grau de resistência é necessário menos ou mais argumentos. Acho válido ressaltar também que as redes sociais realmente não se aplicam a toda empresa e a qualquer negócio, portanto avalie sempre antes se elas se encaixam ao perfil da sua empresa.</p>
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		<title>Redes Sociais B2B</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 15:42:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[B2B]]></category>
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		<category><![CDATA[Comunicação 2.0]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando comemecei a me interessar por redes sociais e estudar sobre o assunto, sempre admirei cases de grandes empresas como o Doritos, Coca-Cola, entre outros. No entanto, quando realmente vamos trabalhar com essas ferramentas e com &#8220;clientes&#8221; menores é que percebemos a real dificuldade de se inovar e construir um relacionamento com o público. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/12/100863-202.jpg" rel="lightbox[289]"><img class="alignleft size-medium wp-image-291" title="Marketing B2B" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/12/100863-202-295x300.jpg" alt="" width="295" height="300" /></a>Quando comemecei a me interessar por redes sociais e estudar sobre o assunto, sempre admirei cases de grandes empresas como o <a href="http://www.ypsilon2.com/blog/small-talk/sofa-doritos-na-sua-home-o-misterio-por-tras-do-doritos-social-aggregator/" target="_blank">Doritos</a>, <a href="http://www.slideshare.net/pabloaugusto/cocacola-iniciativas-de-marketing-digital" target="_blank">Coca-Cola</a>, entre outros. No entanto, quando realmente vamos trabalhar com essas ferramentas e com &#8220;clientes&#8221; menores é que percebemos a real dificuldade de se inovar e construir um relacionamento com o público.</p>
<p>No <a href="http://www.cead.ufjf.br" target="_blank">CEAD/ UFJF</a> &#8211; primeira empresa onde realmente trabalhei profissionalmente com redes sociais -<a href="http://flavianepaiva.com/2010/02/redes-sociais-e-educacao-a-distancia/" target="_blank"> já era desafiador, mesmo o público sendo ligado a tecnologia e sedento por informações</a> &#8211; alunos de educação a distância. O maior desafio era construir uma conversa com o público, estimulá-los a não somente receber informações, mas também interagir e produzir conteúdo. Parte desse desafio já foi vencido, não por mim, que não trabalho mais lá, mas sim pela excelente equipe que deu continuidade.</p>
<p>Hoje, meu maior desafio é criar um canal de relacionamento entre empresa e clientes, no segmento B2B. Estimular um diretor de uma grande empresa a participar das redes sociais e querer interagir com a marca que represento. Além do público estritamente delimitado, ainda há a faixa de idade. Por mais que o número de pessoas com mais de 30 com perfis em redes sociais venha crescendo, ainda é um público pequeno e pouco interativo. As campanhas em redes sociais ainda são pensadas por algumas agências para atingirem o público de massa ou jovens, o que definitivamente não é o foco do B2B.</p>
<p>A partir de hoje, com a retomada do blog, vou dividir nesse espaço minhas descobertas e ideias sobre o <em>Marketing B2B em redes sociais</em>. Acredito que essa é uma forma de aprender e também de compartilhar experiências com outras pessoas na mesma situação.</p>
<p>Abaixo, um trecho de um filme de 1976, Rede de Intrigas, que reflete a essência das redes sociais. (Indicação de Catia Lassalvia em curso que fiz em São Paulo, na Jump Education).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QgpSsy1c4Oo?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/QgpSsy1c4Oo?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 19:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[Martha Gabriel]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Tá, eu sei&#8230; o que todo mundo mais ouve hoje em dia são promessas, ainda mais em ano eleitoral. Mas vou tentar fazer com que essa não seja só mais uma promessa que não vai ser cumprida. Agora estou voltando, com força total. Já disse isso no Twitter, mas talvez lá as coisas não voltem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/05/social_networks.jpg" rel="lightbox[276]"><img class="alignleft size-medium wp-image-282" title="social_networks" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/05/social_networks-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>Tá, eu sei&#8230; o que todo mundo mais ouve hoje em dia são promessas, ainda mais em ano eleitoral. Mas vou tentar fazer com que essa não seja só mais uma promessa que não vai ser cumprida. Agora estou voltando, com força total. Já disse isso no Twitter, mas talvez lá as coisas não voltem como eu gostaria que voltasse (problemas maiores, pauta para outro post). Mas aqui, vou fazer força de postar ao menos uma vez por mês.</p>
<p>E voltando com classe, posto aqui no blog uma entrevista com Martha Gabriel, sobre Redes Sociais no mundo corporativo, feita por mim para o <a href="http://www.lg.com.br/maisti/" target="_blank">Mais TI</a>, publicação semanal da <a href="http://www.lg.com.br" target="_blank">LG Sistemas</a> (pra quem não sabe, empresa onde trabalho).</p>
<p>Bem, a entrevista ficou muito grande, mas o conteúdo é bom e vale a pena. Para facilitar, dividi o texto em várias páginas, ok? E vocês podem conferir o original <a href="http://www.lg.com.br/maisti/entrevistas/entrevista.aspx?entrevista=mitos-e-verdades-sobre-redes-sociais&amp;id=9" target="_blank">aqui</a>.</p>
<h2><span style="font-weight: normal;">Mitos e verdades sobre Redes Sociais</span></h2>
<h4><span style="font-weight: normal;">Ao longo de 2009 e 2010 os assuntos Redes e Mídias Sociais têm sido amplamente discutidos na mídia e também dentro das empresas. Mas afinal, o que são essas ferramentas? Quais são seus benefícios? Onde e por que usá-las? A CIO da NMD New Media Developers, Martha Gabriel, nos responde essas questões e esclarece outras dúvidas e mitos relativos a esse tema.</span></h4>
<p><em> </em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-279" title="009-martha-gabriel" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/05/009-martha-gabriel.jpg" alt="" width="140" height="140" /></p>
<p><em>Engenheira (Unicamp), pós-graduada em Marketing (ESPM) e em Design Gráfico (Belas Artes, </em></p>
<p><em>SP), mestre e doutoranda em Artes (ECA/USP), <strong>Martha Gabriel </strong>é CIO da NMD New Media Developers e professora dos cursos de MBA da BSP Business School São Paulo, Anhembi Morumbi e UFPR. É também palestrante e autora de artigos em diversos congressos no Brasil e no exterior e autora de dois livros de marketing digital, sendo o mais recente o &#8220;SEM e SEO &#8211; Dominando o Marketing de Busca&#8221; (Novatec, 2009).<a href="http://www.martha.com.br/" target="_blank">www.martha.com.br</a> / Twitter: <a href="http://twitter.com/@marthagabriel" target="_blank">@marthagabriel</a></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>LG: Redes sociais são ferramentas relativamente novas, principalmente no meio corporativo. O que pode ser considerado “redes sociais” e quais podem ser suas funções para esse público específico?</strong></p>
<p><strong>Martha:</strong> Redes sociais são grupos de pessoas que se relacionam compartilhando algum interesse em comum, como amizade, negócios, hobbies etc. Mídias sociais são os conteúdos compartilhados pelas pessoas nas redes sociais. Assim, Orkut, LinkedIn, Facebook, Twitter etc., não são redes sociais e sim plataformas de redes sociais onde são geradas e compartilhadas as mídias sociais. As redes sociais remontam à pré-história, no entanto, a evolução das tecnologias digitais de informação e comunicação na última década causou, simultaneamente, dois fenômenos sem precedentes na história da humanidade: a) colapso total de tempo e espaço, possibilitando, assim, que virtualmente qualquer pessoa, em qualquer lugar do planeta, possa se relacionar em qualquer instante com qualquer outra pessoa na face da Terra, eliminando fronteiras físicas e temporais na formação das redes sociais; b) multiplicidade gigantesca de plataformas de geração e compartilhamento de conteúdos sociais - as mídias sociais -, fomentando a produção e distribuição desses conteúdos em escala vertiginosa. Esses dois fenômenos catalisam a proliferação de redes e mídias sociais digitais transformando o cenário sócio-econômico de forma intensa.</p>
<p>Pensando no público corporativo, as redes sociais frequentadas por seus colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros, prospects, e quaisquer outros públicos relacionados com a organização são redes sociais importantes a serem consideradas. Onde estão as pessoas do seu negócio são redes sociais importantes para a empresa. Além das redes sociais mais populares como Orkut, Facebook, Twitter, LinkedIn, Youtube, SlideShare etc., existem muitas redes sociais menores focadas em interesses mais específicos. Muitas vezes, as grandes oportunidades estão nessas redes menos genéricas, mas mais alinhadas com o negócio da empresa. Por exemplo, fóruns de tecnologia podem ser muito mais interessantes como rede social para uma empresa que lida com tecnologia do que eventualmente o Orkut.</p>
<p>Outro tipo de rede social interessante a ser considerada pelas empresas, principalmente as de grande porte, são as redes sociais internas. Muitas empresas têm substituído o formato engessado e centralizado de alguns softwares de intranet e adotado o formato mais aberto e orgânico de plataforma de redes sociais nas suas redes internas. Isso é muito interessante e, se bem implementado, pode realmente fomentar a colaboração interna na empresa, criando valor para todos.</p>
<p><em>Continue lendo&#8230;</em></p>
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		<title>Questão de opinião</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 00:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autorais]]></category>
		<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje tive a felicidade de ler um post da quase jornalista Ariane Fonseca, falando sobre ideologia no jornalismo. O texto é impecável, como todos que ela posta. Mas me chamou a atenção os textos publicados nos &#8220;Comentários&#8221;. Entre muitas coisas que aprendi com a faculdade de jornalismo, aprendi também que jornalista não é dono da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/opiniao.jpg" rel="lightbox[233]"><img class="alignleft size-medium wp-image-237" title="opiniao" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/opiniao-241x300.jpg" alt="" width="241" height="300" /></a>Hoje tive a felicidade de ler um <a href="http://www.arianefonseca.com/index.php/de-olho-na-midia/ideologia-eu-quero-uma-para-viver" target="_blank">post</a> da quase jornalista <a href="http://twitter.com/arianef" target="_blank">Ariane Fonseca</a>, falando sobre ideologia no jornalismo. O texto é impecável, como todos que ela posta. Mas me chamou a atenção os textos publicados nos &#8220;Comentários&#8221;.</p>
<p>Entre muitas coisas que aprendi com a faculdade de jornalismo, aprendi também que jornalista não é dono da verdade, nem sabe tudo. Jornalista também não é superior a ninguém e não sabe tudo que acontece em todas as mídias. Ok, mas por que estou dizendo isso? Simples! Porque estou cansada de ouvir colegas de profissão criando teorias sobre conspirações, domínios e afins. Eu não sou burra nem ingênua de não saber que existem linhas editoriais e assuntos proibidos em cada veículo (sim, cada. Não tenho números oficiais, mas acredito que todo veículo, pequeno ou grande, sabe o que lhe engrandece ou prejudica). No entanto, vejo que muitos chegam a extremos: boicote a tal canal ou revista, ódios contra países, músicas e estereótipos. Chegam mesmo a recriminar jornalistas que não possuem as mesmas opiniões de esquerda, cults ou o que for (não é só hipótese. Ontem mesmo me relataram um caso assim. Ouvi do próprio recriminado. E mesmo minha turma, que se formou a pouco tempo, é recriminada por muitos por ter gostos digamos&#8230; populares!).</p>
<p>Me entristece constatar essa realidade e saber que o universo dos jornalistas está cheio de pessoas preconceituosas e com visão de mundo fechada. Acredito que uma coisa que jornalista precisa ser é aberto a novos conhecimentos, culturas e assuntos. Se não for assim, como trabalhar isento de pré-conceitos e  opiniões? Voltando aos veículos, não acredito e não quero acreditar que tudo que existe é manipulado. Não vou pilhar nessa história de <em>Não confie em ninguém!</em>. Acho que apesar das linhas editoriais, a maioria dos veículos fazem jornalismo sério. Alguns assuntos podem não ser explorados como deviam, mas compensam em outros temas. O que fazer? Ora, mude de canal quando passar uma matéria manipuladora da Globo sobre governo, assista as excelentes matérias sobre saúde do Globo Repórter e PARE de dizer que todos os problemas deixariam de existir se a Globo falisse! <em>#prontofalei</em>.</p>
<p>Desculpem a indignação, mas rótulos me incomodam muito. Outro dia me criticaram no <a href="http://twitter.com/FlavianePaiva" target="_blank">twitter</a> por emitir minha opinião sobre <a href="http://bbb.globo.com/" target="_blank">Big Brother Brasil</a> (BBB) e um participante. Qual é? Jornalista não tem momentos de se distrair? Não posso ver BBB, novela, desenho animado, chaves; ouvir axé, Xuxa, sertanejo e MPB e fazer o que mais EU quiser porque tenho um diploma de jornalismo? Me desculpem, mas acho que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Se não estou representando uma instituição, se estou em um momento de folga, posso fazer e falar o que eu quiser. E tenho certeza (dessa vez nem é acredito), que antes de criticarmos qualquer coisa, temos que conhecer. Nem tudo é 100% ruim ou bom.</p>
<p>Ufa, acho que por agora acabei.  Desculpem o post imenso de hoje, geralmente não faço isso, mas esse não teve outra forma.</p>
<p>Ah! E sei que vai ser polêmico, mas adoro uma boa discussão, desde que com boas argumentações.</p>
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		<title>Redes Sociais e Educação a Distância</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 23:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para comunicadores]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[EAD]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos que me conhecem ou acompanham esse blog sabem como sou apaixonada pelas novas mídias. O que talvez nem todos saibam é o quanto estou interessada no mercado de Educação a Distância (EAD). Vejo que ele promete não só revolucionar a educação, mas também estimular os profissionais de comunicação a usarem funcionalmente os recursos ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><div id="attachment_230" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/stoa.jpg" rel="lightbox[229]"><img class="size-medium wp-image-230" title="stoa" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2010/02/stoa-300x153.jpg" alt="" width="300" height="153" /></a><p class="wp-caption-text">Stoa - rede social da Universidade de São Paulo</p></div>
<p>Todos que me conhecem ou acompanham esse blog sabem como sou apaixonada pelas novas mídias. O que talvez nem todos saibam é o quanto estou interessada no mercado de Educação a Distância (EAD). Vejo que ele promete não só revolucionar a educação, mas também estimular os profissionais de comunicação a usarem funcionalmente os recursos ao nosso alcance, para integrarmos alunos, professores e Instituições de Ensino.</p>
<p>Nos últimos dias, tenho desenvolvido alguns projetos visando justamente essa integração para a instituição em que trabalho. E procurando referenciais me deparei com a <a href="http://stoa.usp.br/" target="_blank">Stoa</a>: uma rede social para alunos de EAD da USP. Já na página inicial há 3 alternativas: Meio acadêmico (Plataforma Moodle), Social (página da Stoa onde cada aluno pode ter seu blog, postar mensagens, vídeos e compartilhar todo esse conteúdo) ou Wiki (aplicativo vinculado a <a href="http://pt.wikipedia.org/" target="_blank">Wikipédia</a>, onde são construídos uma série de verbetes de forma colaborativa).</p>
<p>Pode parecer óbvio, mas a maioria das Instituições tem páginas diferentes para cada funcionalidade. A plataforma em um endereço, o site da própria instituição em outro e diversos aplicativos espalhados pela web. Isso dificulta a aprendizagem de alguns alunos, já que grande parte são de cidades menores, onde a cultura da internet ainda engatinha. São alunos simples, humildes, muitas vezes com acesso a computadores e internet somente no Polo de Apoio Presencial de cada cidade.</p>
<p>Essa integração é pioneira no Brasil (desde 2007) e veio se aperfeiçoando desde então. Foi inspirada no <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a>, criado para conectar alunos e professores de Harvard, mas se diferenciou na medida em que deixou de ser uma ferramenta de comunicação para se tornar também pedagógica.</p>
<div class="shr-publisher-229"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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		<title>Link Zero</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 01:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flaviane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu indico!]]></category>
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		<description><![CDATA[Bem, hoje uni duas seções do blog uma indicação muito útil. Para os recém formados ou até mesmo para os que já estão no mercado há algum tempo mas querem um novo emprego, o blog Link  Zero, escrito por Alexandre Sena, dá uma mãozinha. Diariamente ele posta vagas de emprego procurando jornalistas em todo país. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start LikeButtonSetTop --><!-- End LikeButtonSetTop --><p><a href="http://alexandresena.jor.br/linkzero/"><img class="alignleft size-medium wp-image-219" title="linkzero" src="http://flavianepaiva.com/wp-content/uploads/2009/12/linkzero-254x300.jpg" alt="linkzero" width="254" height="300" /></a>Bem, hoje uni duas seções do blog uma indicação muito útil.</p>
<p>Para os recém formados ou até mesmo para os que já estão no mercado há algum tempo mas querem um novo emprego, o blog <a href="http://alexandresena.jor.br/linkzero/">Link  Zero</a>, escrito por Alexandre Sena, dá uma mãozinha. Diariamente ele posta vagas de emprego procurando jornalistas em todo país.</p>
<p>Além das vagas do blog, ainda há as que ele disponibiliza no <a href="http://www.twitter.com/link_zero">twitter</a>. Uma boa pedida e excelente ajuda aos que ainda não encontraram o emprego dos sonhos, se é que ele existe!</p>
<div class="shr-publisher-218"></div><!-- Start LikeButtonSetBottom --><!-- End LikeButtonSetBottom -->]]></content:encoded>
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