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	<title>Comentários sobre: Jornalistas e jornalistas</title>
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		<title>Por: JaqueHarumi</title>
		<link>http://flavianepaiva.com/2009/09/jornalistas-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-21</link>
		<dc:creator>JaqueHarumi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 13:54:09 +0000</pubDate>
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		<description>De volta ao assunto.. hehe
Em minhas leituras de monografia, deparei-me com um texto do jornalista Wilson da Costa Bueno de 1982 e, dentre vários pontos interessantes abordados, resolvi destacar esses trechos para o assunto que você levantou:
&quot;Na capital, um diário comportado, que reprime as emoções, contido, que não permite veleidades literárias, que só publica poesia para denunciar censura. No interior, um semanário vibrante, que promove poetas de fins-de-semana, picante, fofoqueiro, deliciosamente caipira.&quot;
&quot;(...) o grande jornal é, por excelência, profissional, resultado do trabalho de repórteres, redatores, editores, secretários de redação, copidesques, revisores e fotógrafos, jornalistas por tempo ou por diploma (...). Um produto essencialmente corporativo, exclusivo de uma classe. A folha do interior continua sendo o jornal dos amigos e dos colaboradores, ou do “jornalista-usucapião”, com décadas de posse de pena, o polivalente, o faz-de-tudo.&quot;
Apesar do ano, ainda nos identificamos, não?! oO</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De volta ao assunto.. hehe<br />
Em minhas leituras de monografia, deparei-me com um texto do jornalista Wilson da Costa Bueno de 1982 e, dentre vários pontos interessantes abordados, resolvi destacar esses trechos para o assunto que você levantou:<br />
&#8220;Na capital, um diário comportado, que reprime as emoções, contido, que não permite veleidades literárias, que só publica poesia para denunciar censura. No interior, um semanário vibrante, que promove poetas de fins-de-semana, picante, fofoqueiro, deliciosamente caipira.&#8221;<br />
&#8220;(&#8230;) o grande jornal é, por excelência, profissional, resultado do trabalho de repórteres, redatores, editores, secretários de redação, copidesques, revisores e fotógrafos, jornalistas por tempo ou por diploma (&#8230;). Um produto essencialmente corporativo, exclusivo de uma classe. A folha do interior continua sendo o jornal dos amigos e dos colaboradores, ou do “jornalista-usucapião”, com décadas de posse de pena, o polivalente, o faz-de-tudo.&#8221;<br />
Apesar do ano, ainda nos identificamos, não?! oO</p>
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		<title>Por: flaviane</title>
		<link>http://flavianepaiva.com/2009/09/jornalistas-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-17</link>
		<dc:creator>flaviane</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 20:40:43 +0000</pubDate>
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		<description>Com certeza, Jaque! Tem muitas questões envolvidas e o assunto rende muito... quem sabe ainda não faço outros posts como esse? Adorei o comentário!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Com certeza, Jaque! Tem muitas questões envolvidas e o assunto rende muito&#8230; quem sabe ainda não faço outros posts como esse? Adorei o comentário!</p>
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		<title>Por: JaqueHarumi</title>
		<link>http://flavianepaiva.com/2009/09/jornalistas-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-16</link>
		<dc:creator>JaqueHarumi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 20:03:36 +0000</pubDate>
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		<description>É bem complicada a atuação em nossa área, principalmente nos cantões do país, como você mesma disse. Ou são cargos de direção ocupados por outros interesses que não competência profissional especializada ou ainda o filho do primo da vizinha que acabou de formar na área e precisa trabalhar (basta o parentesco, a amizade, em segundo plano a competência).
Outro problema, resultante desta bola de neve, é que nenhum profissional que se preze gostaria de &quot;ralar&quot; horrores para a manutenção de um bom trabalho jornalístico se a comunidade e o mercado local não valoriza esse empenho. Afinal, localmente nunca houve um trabalho jornalístico de fato, portanto o que a fará distinguir o texto jornalístico do texto que o integrante da ONG x escreveu agradecendo a participação da população no evento y com direito adjetivos e adjetivos, além de uma saudação ao final? De uma maneira geral, o que importa é ver a foto de fulano no jornal ou o nome de ciclano.
Para completar, os anúncios que sustentam o veículo continuarão sendo pagos independente da qualidade do que é veiculado, já que os veículos de interior se restringem a um ou dois - na minha cidade são dois que tem o conteúdo praticamente igual exceto coluna de opinião fazendo uma suposta oposição ao outro que é posição.
Enfim... a assessoria falha que não possui um mailing neste caso é apenas um detalhe: para que se preocupar se no final é só escrever um texto rapidinho às vésperas da publicação do jornal e &#039;dar um toque&#039; que com certeza a &quot;notícia&quot; estará nas páginas do jornal?
PS: acabei escrevendo mais do que devia, né?! Mas o assunto dá pano pra manga...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É bem complicada a atuação em nossa área, principalmente nos cantões do país, como você mesma disse. Ou são cargos de direção ocupados por outros interesses que não competência profissional especializada ou ainda o filho do primo da vizinha que acabou de formar na área e precisa trabalhar (basta o parentesco, a amizade, em segundo plano a competência).<br />
Outro problema, resultante desta bola de neve, é que nenhum profissional que se preze gostaria de &#8220;ralar&#8221; horrores para a manutenção de um bom trabalho jornalístico se a comunidade e o mercado local não valoriza esse empenho. Afinal, localmente nunca houve um trabalho jornalístico de fato, portanto o que a fará distinguir o texto jornalístico do texto que o integrante da ONG x escreveu agradecendo a participação da população no evento y com direito adjetivos e adjetivos, além de uma saudação ao final? De uma maneira geral, o que importa é ver a foto de fulano no jornal ou o nome de ciclano.<br />
Para completar, os anúncios que sustentam o veículo continuarão sendo pagos independente da qualidade do que é veiculado, já que os veículos de interior se restringem a um ou dois &#8211; na minha cidade são dois que tem o conteúdo praticamente igual exceto coluna de opinião fazendo uma suposta oposição ao outro que é posição.<br />
Enfim&#8230; a assessoria falha que não possui um mailing neste caso é apenas um detalhe: para que se preocupar se no final é só escrever um texto rapidinho às vésperas da publicação do jornal e &#8216;dar um toque&#8217; que com certeza a &#8220;notícia&#8221; estará nas páginas do jornal?<br />
PS: acabei escrevendo mais do que devia, né?! Mas o assunto dá pano pra manga&#8230;</p>
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		<title>Por: flaviane</title>
		<link>http://flavianepaiva.com/2009/09/jornalistas-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-14</link>
		<dc:creator>flaviane</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 14:31:11 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, Naissa. Isso acontece muito. Agora não sei como está a situação lá, não estou acompanhando... Mas na gestão passada da prefeitura tinha um jornalista sim. Era cargo de confiança, mas pelo menos era formado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Naissa. Isso acontece muito. Agora não sei como está a situação lá, não estou acompanhando&#8230; Mas na gestão passada da prefeitura tinha um jornalista sim. Era cargo de confiança, mas pelo menos era formado.</p>
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		<title>Por: Naissa Viana</title>
		<link>http://flavianepaiva.com/2009/09/jornalistas-e-jornalistas/comment-page-1/#comment-12</link>
		<dc:creator>Naissa Viana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 11:10:50 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom o texto, Flévis!
Realmente tem muitos que se dizem profissionais por aí e empresas que contraram o &quot;filho de não sei quem&quot; para cuidar da comunicação, etc. Essa é um dos motivos pelos quais não volto para Lavras, lá em Campos Gerais a situação não deve ser diferente, né?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o texto, Flévis!<br />
Realmente tem muitos que se dizem profissionais por aí e empresas que contraram o &#8220;filho de não sei quem&#8221; para cuidar da comunicação, etc. Essa é um dos motivos pelos quais não volto para Lavras, lá em Campos Gerais a situação não deve ser diferente, né?</p>
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